Ola John e o regresso aos treinos: “Finalmente podemos voltar e fazer o que gostamos”

Holandês aguarda com expetativa o regresso aos treinos e diz estar estar preparado para ajudar o Vitória a alcançar os lugares europeus.

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A carreira de Ola John tem sido marcada por percalços. Os sucessivos empréstimos e as lesões têm contribuído para que o extremo holandês ainda não tenha conseguido, aos 27 anos, a esperada época de afirmação. Esta época o cenário repetiu-se. O início de julho trouxe más notícias ao internacional pelas camadas jovens da Holanda: uma lesão muscular obrigava a nova paragem. E estas condicionantes acabam, segundo o Conquistador, por ter impacto na condição física e mental.

“Não fiz uma pré-época normal em nenhuma temporada. Um jogador profissional precisa de uma boa pré-época boa para ficar pronto. Nos últimos anos eu não tenho feito isso com regularidade”, lembrou, através de mais uma vídeoconferência promovida pelo Vitória.

Ola Joh enfrenta agora nova paragem. Mas esta é diferente. “Não é boa, mas tive muito tempo para treinar”, enquadra. Porém, “este tempo estranho”, afastado do relvado e dos colegas, deixou o holandês entusiasmado para regressar: “Tenho saudades de todas as coisas. Dos companheiros, de treinar, brincar, jogar”.

O regresso será feito por etapas. Nos primeiros tempos, os jogadores vão treinar individualmente — “melhor do que nada”, diz — , algo que não extingue o desejo de regressar: “Finalmente podemos voltar e fazer o que gostamos”. O extremo olha com expetativa para “os treinos com o grupo”. Estamos todos à espera do toque para voltar a fazer as coisas outra vez”, ressalva.

Duas mãos cheias de jogos para marcar

Os moldes em que o campeonato vai regressar ainda não está estipulado, mas Ola John só pensa em ajudar a equipa, seja a marcar golos (um objetivo, assume), a fazer assistências ou “simplesmente” a jogar bem. “Queremos o acesso à Europa. Só quero ajudar a equipa, ajudar sem lesões”, afirma.

O holandês nascido na Libéria também deixou uma mensagem de apreço a Ivo Vieira, “um treinador muito bom”, que tem dado confiança: “Está sempre lá para falar comigo”. E isso é importante. É que, segundo Ola John, “todos os jogadores são diferentes” e alguns, como é o seu caso precisam da confiança e das palavras dos treinadores.

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