Os Verdes consideram que o tempo do estado de emergência está ultrapassado

Se há um ano no primeiro estado de emergência, passados alguns meses, em Novembro de 2020, os partidos começaram a ter visões diferentes sobre a forma de abordar o combate à pandemia. Comunistas e Verdes têm, consistentemente votado contra as renovações do estado de emergência. A deputada vimaranense, eleita pelo círculo de Lisboa, Mariana Silva, referiu que o tempo do estado de emergência foi ultrapassado.

Foto: Rui Dias

A deputada falava no debate sobre o pedido de autorização de renovação do estado de emergência – em que Os Verdes votaram contra -, referindo que “este é tempo de se olhar para o futuro”.

“Os Verdes consideram que este já não é tempo de estarmos a debater outro estado de emergência”, referiu Mariana Silva. “É tempo de conter os despedimentos em massa realizados mesmo quando prevalece o estado de emergência e o Governo anuncia medidas umas atrás das outras de apoio às empresas”, acrescentou a deputada ecologista.

A deputada vimaranense instou o Governo a “assumir o seu papel na presidência da União Europeia, procurando alargar a oferta das vacinas, enfrentando os poderosos interesses das farmacêuticas”. No plano nacional a deputada aconselha o Governo a comprar mais vacinas, a outros fornecedores.

Para Os Verdes é preciso medidas preventivas “para que possamos retomar a vida em segurança nas mais variadas áreas.” Mariana Silva deu exemplos: aumento da oferta de transportes públicos, para que possam ser usados em segurança; meios para as entidades fiscalizarem os locais de trabalho, para que se possa trabalhar com segurança; atendimento com segurança nos centros de saúde.

Mariana Silva lembrou a proximidade do Dia Nacional do Estudante e do Dia Nacional da Juventude para dizer que Os Verdes querem “abrir horizontes aos jovens, fazer com que possam sair das conchas onde estão fechados há demasiado tempo”. Os Verdes votaram contra a renovação do estado de emergência e querem convocar os portugueses para este novo tempo, mas “em primeiro lugar” querem “convocar o Governo”.

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