PCP promove jornada “Em defesa do emprego e dos direitos dos trabalhadores, contra a exploração – Não às imposições da União Europeia”

O Partido Comunista Português promove, de 4 a 7 de Maio, uma Jornada sob o lema “Em defesa do emprego e dos direitos dos trabalhadores, contra a exploração – Não às imposições da União Europeia”, com a realização de dezenas de iniciativas – conferências, audições, encontros e visitas –, nos distritos de Braga, Bragança, Lisboa, Porto, Viana do Castelo e Vila Real.

Destacam-se a Sessão “O trabalho e os trabalhadores: Garantir os direitos – combater a exploração e a manipulação”, que se realiza esta terça-feira, dia 4 de Maio, no Centro de Trabalho Vitória, em Lisboa, e a Conferência “Direitos Sociais e trabalho com direitos”, que se realiza no dia 7 de Maio, sexta-feira, no Centro de Trabalho da Boavista, no Porto, que contarão com a participação de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP.

Em Guimarães, amanhã, dia 5 de maio, o debate contará com a participação de João Pimenta Lopes, deputado ao Parlamento Europeu. Haverá uma reunião nas instalações do SITE/Norte em Azurém com o Sindicato Têxtil do Minho, e pelas 13h00 decorrerá um contacto com os trabalhadores da Coelima.

O PCP apela ainda à participação na Ação Nacional de Luta da CGTP-IN “por uma Europa dos trabalhadores e dos povos, afirmar a soberania, lutar pelos direitos, mais emprego, produção nacional, salários e serviços públicos”, que terá lugar no dia 8 de Maio, no Porto.

A Cimeira Social, que se realiza nos dias 7 e 8 de Maio, no Porto, “tem lugar num momento em que a União Europeia (UE) continua a debater-se com uma profunda crise, em resultado das suas políticas e imposições – nomeadamente no quadro do Euro – que, em função dos interesses das suas grandes potências e dos grupos económicos e financeiros, promovem a concentração e a centralização da riqueza e são responsáveis por desigualdades sociais e assimetrias de desenvolvimento entre países”, pode ler-se num comunicado enviado às redações.

De acordo com o PCP, “as políticas da UE têm promovido o ataque aos direitos laborais e a outros direitos sociais, procurando impor mais gravosos patamares de exploração, de precariedade, de degradação das
condições de vida, de empobrecimento. A mesma UE que não só não dá uma resposta adequada à situação de pandemia e às suas consequências sociais e económicas, como a utiliza como pretexto para impor novos retrocessos sociais”.

O PCP considera que a realização da chamada Cimeira Social deve “constituir um momento para afirmar a necessidade de romper com as políticas de intensificação da exploração e de agravamento das desigualdades sociais promovidas pela UE”.

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