PEDRO MARTINS DIZ QUE O VITÓRIA PODE DAR “SALTO QUALITATIVO” SE BATER FC PORTO

O técnico vitoriano pretende que a melhoria “exibicional” nos últimos jogos no D. Afonso Henriques resulte, no sábado, contra os azuis e brancos, num triunfo que permita “catapultar” a equipa para o campeonato que pretende, apesar do “adversário difícil”, que atravessa um “momento de confiança”. O timoneiro mostrou também confiança nas soluções disponíveis para render Marega e Hernâni.

Pedro Martins afirmou que os seus jogadores têm, no sábado, pelas 20h30, uma oportunidade de serem “mais afirmativos” nos jogos dentro de portas e de chegarem ao triunfo, resultado até agora mais frequente longe de casa, esperando que continuem a subida exibicional dos últimos jogos no D. Afonso Henriques, apesar de ter a noção de que vai encontrar “um candidato ao título assumido”, que “atravessa um momento de confiança”, com quatro triunfos consecutivos na prova.

“Por vezes, o facto de vencermos um clube com aspirações diferenciadas permite-nos dar um salto qualitativo. Nos últimos jogos em casa, temos subido qualitativamente, mas não temos acompanhado com as vitórias. O nível de qualidade e a afirmação que temos em casa são evidentes. Só falta de facto essa vitória para nos catapultar para o campeonato que nós pretendemos”, disse o treinador.

O responsável pelo plantel vitoriano anteviu, por isso, uma partida de “muitos equilíbrios”, disputada “milímetro a milímetro”, e mostrou-se confiante que os jogadores disponíveis, inclusive os que chegaram recentemente como o avançado Rafael Martins, o extremo Sturgeon e o médio Célis, que se “adaptou muito bem”, vão saber colmatar as ausências de Marega e de Hernâni, jogadores emprestados pelo FC Porto, tendo dito que já tem um “onze” programado na cabeça e que espera “eficácia” da frente de ataque.

“O que me dá conforto é que a nossa frente de ataque esteja forte e seja verdadeiramente uma equipa com eficácia. Espero que o Raphinha, o Fábio [Sturgeon], o David Texeira, o Rafael Martins, o Hurtado, o Bernard estejam inspirados”, explicou, tendo ainda referido que concorda com o regulamento que impede a utilização de elementos cedidos contra o clube de origem, por uma questão de “transparência” e para evitar “qualquer tipo de suspeição”, principalmente “nos momentos-chave do campeonato”.

O treinador admitiu ainda algumas alterações no “processo de jogo” após a saída de Soares, jogador que vai regressar no sábado ao Estádio D. Afonso Henriques, mas pela equipa adversária, e lembrou que, na primeira volta, o Vitória equilibrou o jogo com o FC Porto em muitos momentos, sendo até superior em número de cantos, mas acabou derrotado por 3-0, devido a lances de bola parada. O treinador revelou, porém, que a preparação desses lances foi idêntica à dos jogos anteriores, adaptando-os à estratégia do adversário.

“A única coisa que muda em qualquer adversário tem a ver com o aspeto estratégico, mesmo nas bolas paradas. Espero que toda a gente concentrada, até porque estamos mais consistentes nas bolas paradas”, disse.

Pedro Martins referiu ainda sentir-se “seguro” quanto à nomeação de Carlos Xistra, classificando o juiz da partida da 21.ª jornada da Primeira Liga de “experiente”.

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