Pregão 2021: “À Nação e a todo o Mundo mostramos que à Sub-Comissão não capitulamos!”

Escrito por Rui Teixeira e Melo e recitado a 5 de dezembro por Luís Henrique Castro Machado, o Pregão saiu à rua este domingo. Um pregão que, cumprindo a tradição, se fez diferente. A Academia prometeu “que há Festas de vinte e nove a sete” e está a cumprir.

© Joana Meneses / Mais Guimarães

A Comissão de Festas Nicolinas fez notar, uma vez mais, que aceitam “sempre ajuda”, mas nunca estão “dependentes dela”. A 26 de novembro, prometeram que as Festas se iam realizar, como conseguissem e, esta tarde, provaram-no.

O pregoeiro não subiu à varanda da Câmara Municipal, como é habitual. Os vereadores presentes, na ausência de Domingos Bragança, presidente do município, mostraram-se surpreendidos enquanto ouviam recitar o Pregão do coche.

Depois da noite das Roubalheiras, de proibir a récita no interior e voltar atrás na decisão, o Liceu de Guimarães permitiu que a Comissão entrasse, sem cavalos nem coche e o público ficaria fora a assistir. Mas a Comissão decidiu recitar na rua, novamente no coche, ao lado dos vimaranenses. A história repete-se e o pregoeiro volta a não subir à varanda.

À chegada à Senhora Aninhas, o gerente da loja que lá funciona recusou a entrada da Comissão para recitar. Mas como “os Nicolinos são mestres a improvisar”, pediram à casa da frente para ceder a varanda, o Atelier do Nelson Xize, que prontamente aceitou. O pregão foi aí recitado e a Comissão agradeceu ao vimaranense.

O Pregão seguiu para a Torre dos Almadas, terminando no Toural. O pregoeiro fez-se ouvir e, nos últimos versos, fez alusão às decisões da Câmara Municipal face às Festas Nicolinas: “À Nação e a todo o Mundo mostramos que à Sub-Comissão não capitulamos!”

©2023 MAIS GUIMARÃES - Super8

Publicidade

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?