Programa “Retomar Guimarães” arranca com erros

O programa lançado pela Câmara Municipal de Guimarães para apoiar a economia local, “Retomar Guimarães”, exige que as faturas comprovativas das despesas elegíveis sejam entregues até 31 de maio, mas o programa só foi apresentado a 17 de junho.

Regulamento do “Retomar Guimarães”

No artigo 7º do Regulamento do Programa exige-se que os candidatos submetam as faturas de janeiro e fevereiro, até 31 de maio de 2021.

Na apresentação da proposta, em abril deste ano, o vereador do PSD, Ricardo Araújo, criticou o executivo socialista, por a medida só surgir naquela altura e por se tratar de um plano decalcado do “Retomar Famalicão”.

A Coligação Juntos por Guimarães em abril de 2020, sugeria a criação de um fundo que permitisse fazer empréstimos, reembolsáveis, sem juros e com um período de carência. Em outubro a Coligação voltava a sugerir uma linha de apoio, sob a forma de financiamentos não reembolsáveis, desta vez para os setores mais afetados, nomeadamente a restauração e hotelaria.

A restauração e a hotelaria acabaram por ficar de fora do “Retomar Guimarães”.

Restauração e hotelaria não estão entre os setores contemplados pelo “Retomar Guimarães”.

A Associação Vimaranense de Hotelaria já se veio revelar perplexa e afirma que há revolta entre os seus associados perante este programa de apoio à economia local.

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