Proteção Civil alerta para condições meteorológicas adversas

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, para as próximas 24 horas, a Proteção Civil alerta para as condições adversas que se farão sentir durante o resto do dia de segunda-feira, dia 8, e na terça-feira, dia 9.


Para segunda feira, dia , prevê-se: precipitação (persistente no Norte e Centro) e vento por vezes forte; queda de neve (em especial na Serra de Estela-Torre); agitação marítima forte na costa ocidental.

Na terça-feira, dia 9 de fevereiro a previsão aponta para: precipitação forte e persistente no Norte e Centro (zonas montanhosas); queda de neve acima de 1400 metros de altitude, essencialmente na serra da Estrela, descendo
gradualmente a cota para 1000 metros nas Regiões Norte e Centro (em especial a na serra da Estrela e no extremo Norte); possibilidade de trovoada (tarde) e queda de granizo no Norte e Centro. Redução de visibilidade devido a ocorrência de precipitação; vento até 45 km/h do quadrante oeste, com rajadas até 80 km/h em especial no litoral, sendo até 55 km/h e com rajadas até 110 km/h nas terras altas; persistência de vento forte com rajadas durante um longo período de tempo. com ligeiro
desagravamento durante a manhã no Norte e Centro e durante a tarde no Sul; neve até ao início da manhã pode chegar à cota de 1000 metros; rajadas até 70 km/h, em especial no litoral, e até 90 km/h nas terras altas, até ao início da manhã; queda de neve na Serra da Estrela, descendo temporariamente a cota para 1000 metros.

Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:
– Piso rodoviário escorregadio por eventual acumulação de gelo, neve e formação de lençóis de água;
– Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
– Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais
vulneráveis;
– Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
– Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preiamar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
– Danos em estruturas montadas ou suspensas;
– Possibilidade de queda de ramos ou árvores, bem como de afetação de infraestruturas associadas às redes de comunicações e energia;
– Desconforto térmico na população pela conjugação da temperatura mínima baixa e do vento, nomeadamente nas terras altas.

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