PSD lamenta a não inclusão de Emídio Guerreiro na lista às legislativas
André Coelho Lima é cabeça de lista por Braga, Bruno Fernandes é número 10 da lista e Emídio Guerreiro, deputado deste 2005, ficou de fora.

Bruno Fernandes_Cláudia Crespo barra
Na sequência do processo interno de preparação das eleições legislativas agendadas para o próximo dia 30 de Janeiro, os órgãos do Partido Social Democrata aprovaram as listas de deputados que se candidatam à Assembleia da República.
André Coelho Lima é cabeça de lista por Braga, Bruno Fernandes é número 10 da lista e Emídio Guerreiro, deputado deste 2005, ficou de fora.

Terminado este processo, a Comissão Política de Guimarães do PSD, em comunicado, saúda a escolha de André Coelho Lima para encabeçar a lista de candidatos pelo circulo eleitoral de Braga. A secção de Guimarães diz que “ter novamente um dos seus destacados militantes na liderança desta importante eleição, representa um motivo adicional de satisfação”, sendo também o “reconhecimento do excelente trabalho desenvolvido pelo Deputado André Coelho Lima na legislatura que agora termina”.
Para a concelhia liderada por Bruno Fernandes, a “afirmação nacional de quadros vimaranenses representa também um contributo importante para a projeção da nossa terra, bem presente nesta recondução”.
A concelhia lamenta a “não inclusão” na lista do deputado Emídio Guerreiro, numa decisão que anunciam ter sido do líder do partido, Rui Rio. A CPC de Guimarães do PSD manifesta, nesse comunicado o “agradecimento e reconhecimento” a Emídio Guerreiro, pela sua “dedicação e empenho ao longo dos mandatos que desempenhou como deputado e como governante”, dizendo também que continua “a contar com a disponibilidade e com o contributo” de Emídio Guerreiro, que considera “um dos principais quadros” da concelhia de Guimarães.
A Comissão Política Concelhia regista ainda, “positivamente” a inclusão de Bruno Fernandes na lista de candidatos pelo distrito de Braga, afirmando que o PSD está “preparado para garantir a Portugal uma alternativa credível” que “altere o caminho do empobrecimento que Portugal tem seguido nos últimos anos”.





