SEGUNDA FASE DAS OBRAS DO HOSPITAL ARRANCA ESTA SEMANA

As obras no Serviço de Urgência do Hospital de Guimarães representam um investimento total que ronda os 3,3 milhões de euros e deverão ficar concluída até ao verão.

Arranca, esta semana, a segunda fase das obras de requalificação e ampliação do serviço de urgência do Hospital da Senhora da Oliveira (HSO). Em comunicado o HSO escreve que a intervenção é considerada “urgente”, “quer pelo upgrade das condições do espaço físico para os profissionais, quer para a melhoria dos cuidados prestados à população”. O objetivo é que as obras estejam finalizadas no verão.

A unidade de saúde vimaranense explica, no mesmo documento, que a intervenção vai “exigir algumas alterações do espaço físico”. Assim, parte antiga da urgência será temporariamente encerrada, sendo que os utentes passarão a ser atendidos na nova área do Serviço de Urgência.

No mesmo comunicado pode ler-se que esta segunda fase de obras antecede o projeto final: unir a parte antiga do Serviço de Urgência à nova área formando, assim, um espaço de atendimento “muito mais amplo e humanizado”.

A unidade de saúde reforça, por isso, importância de que neste período transitório de obras os doentes agudos não urgentes “devem optar por respostas mais adequadas à sua condição, nomeadamente através de contacto com a Linha Saúde 24 ou utilização do Cuidados de Saúde Primários da sua área de residência”. “Dentro desta ótica, o Agrupamento de Centros de saúde (ACES) do Alto Ave tem, atualmente, uma oferta assistencial mais alargada nas suas Unidades de Saúde”, pode ler-se no mesmo documento.

Parceiros visitaram obras

“Para que haja o envolvimento de todos nesta transição para a nova área do Serviço de Urgência”, escreve o Hospital, foi realizada uma visita com os parceiros locais que trabalham em parceria com o HSOG para conhecimento da orgânica deste novo espaço físico. “Durante esta visita ficou clara a melhoria das condições físicas desta nova área, reiterando-se a importância de que, nesta segunda fase de requalificação, é fundamental adequar o espaço a situações de saúde que sejam, efetivamente, casos urgentes e emergentes”, pode ler-se.

O Conselho de Administração do HSOG solicita, por isso, a compreensão de todos, “reiterando que esta intervenção é absolutamente necessária, ambicionada pelos utentes e profissionais de saúde, sendo a sua conclusão uma mais-valia para a região”.

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