Sónia Fertuzinhos e Luís Soares reuniram com agrupamentos escolares de Guimarães

Deputados socialistas vimaranenses quiseram perceber "de perto" a transformação que os agrupamentos tiveram de fazer para se adaptarem à nova realidade do ensino.

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Deputados socialistas vimaranenses quiseram perceber “de perto” a transformação que os agrupamentos tiveram de fazer para se adaptarem à nova realidade do ensino.

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Luís Soares e Sónia Fertuzinhos, deputados vimaranenses do PS, promoveram reuniões de trabalho com os Agrupamentos de Escolas de Guimarães depois da decisão do Conselho de Ministros de suspender todas as atividades letivas presenciais no 3.º período. Os socialistas procuraram, com as reuniões, “acompanhar de perto o trabalho desenvolvido” pelas escolas do concelho para garantir o ensino à distância. Os deputados do PS estiveram com membros dos 14 agrupamentos vimaranenses.

De acordo com comunicado de imprensa enviado às redações, Sónia Fertuzinhos “destacou a qualidade da gestão dos diretores” das escolas do concelho: “Perante as dificuldades que esta pandemia trouxe à sociedade, as escolas e o seus professores conseguiram antecipar-se realizando um trabalho invisível para que os alunos pudessem manter-se ligados à escola no terceiro período e isso deve merecer o nosso reconhecimento”, cita o comunicado.

Já Luís Soares demonstrou preocupação “relativamente ao agravamento da situação económica e social” que os diretores das escolas disseram já ter observado: “O que os Senhores Diretores nos disseram foi que a situação social e económica já se agravou e tende-se a agravar com a suspensão e o encerramento de várias empresas do Concelho.” Ainda assim, Luís Soares salientou a existência de uma “ideia clara” por parte do Governo, município, juntas de freguesia e escolas de que “antes dos processos de aprendizagem está a avaliação das situações sócio económicas, psicológicas e emocionais das famílias”.

Os dois socialistas entregarão ao Ministério da Educação “um relatório com o trabalho desenvolvido em Guimarães e que inclui um conjunto de propostas dos Diretores das Escolas” que, segundo os mesmos, são “uma oportunidade de melhoria” para este processo ainda “em construção”.

Recorde-se que quase todos os agrupamentos de escolas começaram, desde o final do 2.º período deste ano letivo, a apostar em métodos alternativos às aulas presenciais. Esta segunda-feira, arrancou o novo formato da telescola, o “#EstudoEmCasa”. O espaço “vai ocupar a grelha das 09h às 17h50, com conteúdos organizados para diferentes anos letivos, uma ferramenta importante para complementar o trabalho dos professores com os seus alunos”, informa a RTP. “Estes conteúdos pedagógicos temáticos contemplam matérias que fazem parte das aprendizagens essenciais do 1.º ao 9.º ano, agrupados por: 1.º e 2.º anos, 3.º e 4.º anos, 5º e 6.º anos, 7.º e 8.º anos e 9.º ano, abrangendo matérias de uma ou mais disciplinas do currículo, as quais servirão de complemento ao trabalho dos professores com os seus alunos”.

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