Trio desespera com ausência de resposta

Carla Peixoto, de 31 anos, Alexandra Cunha, de 27 anos e Ana Azevedo, de 26 anos, estão revoltadas com a direção do Polvoreira. As jogadoras iniciaram a temporada na equipa sénior feminina e assinaram contrato, contudo, alegando que algumas condições não foram cumpridas, pediram aos responsáveis para serem libertadas dos compromissos assinados.

“Prometeram um projeto mais ambicioso, novas atletas e melhores condições. Como nenhuma das promessas foi cumprida, pedi para sair. Disseram-me que facilitariam a saída e que me davam a carta, mas quando a fui buscar, soube que me tinham inscrito”, revelou Alexandra Cunha que, juntamente com Ana Azevedo, estão a treinar no Tirsense. “De má fé, inscreveram as três jogadoras que queriam sair, de forma a que nenhuma jogasse noutro clube. Os responsáveis do Tirsense já efetuaram vários pedidos e contatos, mas nunca tiveram uma resposta”, acrescentou.

Situação semelhante relata Carla Peixoto, que está a treinar no vizinho Tabuadelo. “Não podem obrigar-nos a jogar onde não somos felizes. Teria continuado, mas com melhores condições. Já pedi várias vezes a carta e o treinador do Tabuadelo também já solicitou várias vezes, mas nunca obtivemos resposta”, adiantou.

O Mais Guimarães contactou o presidente Carlos Oliveira. Numa curta declaração, o dirigente foi objetivo. “Quando nos pediram a carta, já sabíamos que estavam a treinar noutros clubes. Não gostamos de saber pelos outros. Se não queriam jogar no Polvoreira, não tinham assinado. Quando assinaram, sabiam as condições que tínhamos. Aliás, é público que estamos a construir balneários próprios para a equipa feminina. Além disso, os presidentes dos clubes nunca nos contactaram. Não é por email que se resolvem as coisas”, justificou.

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