Vasco Botelho da Costa rende-se ao golaço de Francisco Domingues: “Foi uma obra de arte”
O treinador do Moreirense, Vasco Botelho da Costa, não poupou nos elogios ao jovem Francisco Domingues, autor do golo que valeu o triunfo dos cónegos frente ao Casa Pia, na quarta jornada da Liga.

© Moreirense FC
No final do encontro, disputado em Rio Maior, o técnico destacou a qualidade do remate de Francisco Domingues, à entrada da área, que acabou por decidir uma partida equilibrada e garantir três importantes pontos ao Moreirense. “Acho que é dos melhores golos que todos nós vamos presenciar nas nossas vidas”, afirmou Vasco Botelho da Costa, visivelmente satisfeito com o momento protagonizado pelo jovem jogador.
O treinador foi ainda mais longe nos elogios ao lance: “Felizmente foi para nós, acabou por nos dar a vitória, mas para quem gosta de futebol, acho que foi uma obra de arte”.
Apesar da satisfação pelo resultado, Vasco Botelho da Costa reconheceu que a equipa não conseguiu cumprir na totalidade o plano delineado para a partida e admitiu que o encontro poderia ter terminado empatado. “Nós não fomos competentes em todos os momentos do jogo. Acho que nunca conseguimos fazer o jogo que tínhamos planeado fazer”, explicou.
Ainda assim, o treinador destacou a capacidade de organização defensiva e a solidariedade demonstrada pelos jogadores, considerando que esses fatores foram determinantes para segurar a vantagem. “Fomos muito competentes e muito solidários e muito fortes naquilo que era o momento de organização defensiva e naquilo que era o momento de transição ofensiva”, sublinhou.
Vasco Botelho da Costa deixou também uma palavra de agradecimento aos adeptos do Moreirense que marcaram presença em Rio Maior, sobretudo depois do resultado negativo anterior. “Depois de um resultado muito negativo, marcaram presença em grande número e mostraram que estão do nosso lado, porque eles vão ser muito importantes para nós”, afirmou.
O triunfo permite ao Moreirense reforçar a confiança no arranque da temporada, numa jornada que ficou inevitavelmente marcada pelo momento de inspiração de Francisco Domingues. Um remate de elevada qualidade que valeu três pontos e mereceu do próprio treinador a definição mais elogiosa: “uma obra de arte”.





