Moreirense vence Rio Ave e sobe ao sexto lugar da I Liga
O Moreirense regressou às vitórias na I Liga portuguesa de futebol, ao vencer fora o Rio Ave por 2-1, no encontro que encerrou a 22ª jornada do campeonato.

© MFC
O triunfo em Vila do Conde permite à formação de Moreira de Cónegos ascender ao sexto lugar da tabela classificativa. A equipa orientada por Vasco Botelho da Costa adiantou-se cedo no marcador, com um golo de Rodrigo Alonso, aos 17 minutos. O Rio Ave ainda reagiu e restabeleceu a igualdade aos 42, por intermédio de Blesa, levando o empate para o intervalo.
No segundo tempo, Stjepanovic devolveu a vantagem aos visitantes, aos 57 minutos, fixando o resultado final em 2-1 e colocando um ponto final numa série de duas derrotas consecutivas do conjunto minhoto.
Com este resultado, o Moreirense passa a somar 33 pontos, mais um do que o Famalicão, sétimo classificado, e prepara agora a receção ao Sporting na próxima jornada. Já o Rio Ave, que sofreu a quinta derrota consecutiva e na próxima ronda visita o FC Porto, mantém-se no 15.º lugar, com 20 pontos.
“Percebemos que tínhamos de dar as mãos, defender, agarrar-nos uns aos outros para conseguir esta vitória”
No final da partida, Vasco Botelho da Costa destacou a importância da conversa ao intervalo para a reviravolta da equipa.
“No intervalo tivemos de ter uma conversa e, na segunda parte, voltámos a controlar todos os momentos do jogo, tal como no início, embora nem sempre tão tranquilos. Conseguimos marcar, mas nos últimos minutos começaram a acabar as ‘pilhas’ em alguns jogadores e percebemos que tínhamos de dar as mãos, defender, agarrar-nos uns aos outros para conseguir esta vitória. Em alguns momentos tivemos sorte, mas foi algo que procurámos com uma atitude competitiva boa, que é indispensável para o nosso sucesso”, afirmou.
O treinador reconheceu ainda momentos de excesso de confiança da sua equipa após o segundo golo. “Até ao nosso golo tínhamos o jogo controlado, conseguimos ajustar-nos à mudança tática que o Rio Ave fez, estávamos a ser melhores e fizemos o golo, mesmo não criando muito. Depois foi um jogo típico de uma equipa que precisa de crescer, fomos muito sobranceiros a pensar que já estava tudo ganho, começámos a perder duelos, a pedir faltas, perdemos a calma, e estava mesmo a ver-se que ia entrar um golo na nossa baliza. Felizmente só entrou um”, analisou.
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