Vimaranense preside ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos
Maria José Fernandes, presidente do Instituto Politécnico do Cávado e [...]

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Maria José Fernandes, presidente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave desde 2017, alcançou mais um marco na sua carreira profissional. A vimaranense foi eleita, por unanimidade, presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) esta quinta-feira, 17 de fevereiro. Aliás, é a primeira mulher a ocupar a liderança do CCISP.

Para o mandato de dois anos enquanto presidente do CCISP, Maria José Fernandes pretende “afirmar o ensino superior politécnico no panorama nacional e internacional e contribuir para os objetivos no âmbito da Agenda Europeia 2030”, pode ler-se em nota do IPCA.
Dos objetivos estratégicos para este mandato consta a área da investigação, desenvolvimento e inovação, sendo que se pretende alinhar toda a estratégia com os European Innovation Hubs, promovendo, desta forma, o aumento do impacto societal da atividade realizada e, consequentemente, provocando a transformação das regiões e o seu desenvolvimento sustentável. “Para concretizar este objetivo, é fundamental que os Politécnicos possam atribuir o grau de Doutor, pelo que esta será uma das prioridades deste início de mandato. Muito em breve será novamente submetida, na Assembleia da República, a iniciativa legislativa de cidadãos para que os Politécnicos possam atribuir o grau de Doutor e vejam, ainda, alterada a sua designação para Universidades Politécnicas”, afirma a presidente do CCISP.
Para o futuro, Maria José Fernandes defende que “há reformas fundamentais a serem concretizadas nos próximos anos, em que o CCISP pretende ter um papel preponderante, nomeadamente, a Revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) e o Estatuto da Carreira de Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico, diplomas estruturantes para o sistema de ensino superior. O CCISP quer participar e ser parte integrante no processo de transformação social e de desenvolvimento cultural de Portugal”.





