Ângelo de Freitas volta a falar em nome das Taipas na reunião de Câmara
O professor Ângelo de Freitas voltou a usar o período de intervenção do público da reunião de Câmara de Guimarães, realizada na segunda-feira de manhã, para falar em nome das Taipas. Dirigindo-se ao presidente, Ricardo Araújo, garantiu que os taipenses têm esperança nesta nova governação e enumerou o que esperam ver concretizado.

@ Mais Guimarães
Defendeu que a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), aprovada nessa noite em Assembleia Municipal com a abstenção de PS e CDU, deve ser “o início de uma nova visão” para a região, e sublinhou que os taipenses esperam que as promessas feitas sejam cumpridas. O professor pediu ainda que os problemas da requalificação da Vila sejam “finalmente resolvidos”, uma obra que continua a gerar discussão desde a inauguração do centro cívico, em junho de 2024.
Outra das reivindicações foi o regresso do chafariz, que se encontra desaparecido desde meados do século XX e que estaria no Largo de Santo António (Largo da Vila). Tudo indica que se encontra hoje numa quinta, nos arredores da cidade. O presidente da Câmara garantiu que já está a tentar resolver o assunto, mas reconheceu que é complexo, porque o chafariz tem agora um proprietário. Não é a primeira vez que Ângelo de Freitas fala sobre este tema.
Estradas e acessibilidades à Vila Termal foram outro ponto da intervenção: o professor defendeu que devem ser tratadas “com a importância que merecem”. Já anteriormente tinha lembrado que não havia desenvolvimentos sobre o nó de acesso à A11, projeto que considera essencial para fixar empresas naquela zona do concelho. Nessa ocasião, Ricardo Araújo anunciou que o PDM contemplaria um canal para uma circular a norte de Caldas das Taipas, com possível nó de acesso à autoestrada, e disse que o pedido para o nó da A11 já tinha sido submetido ao Ministério das Infraestruturas e Habitação. A revisão do PDM, entretanto aprovada, prevê um novo canal de ligação entre o Avepark e a A11 e deixa cair, definitivamente, a Via do Avepark.
Ângelo de Freitas concluiu que as Taipas “não querem privilégios”, mas sim “justiça, respeito e visão de futuro”. Garantiu que os taipenses estão atentos e que continuará a defender a sua terra.





