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A “HISTÓRIA” DO IPCA COMEÇOU HÁ 25 ANOS. UM DOS CAPÍTULOS ESTÁ EM GUIMARÃES

O Instituto Politécnico do Cávado e Ave comemora nesta quinta-feira os 25 anos. Tem um polo em Guimarães, no Avepark, onde, segundo a presidente, já se vê “um espírito académico muito interessante”

O IPCA abriu portas em Guimarães em 2015 © CMG

Corria o ano de 1999 e o Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA) colocava no mercado os primeiros formados. Cinco anos antes tinha sido fundado. Estas e outras datas foram lembradas hoje numa sessão solene que decorreu em Barcelos por ocasião da comemoração dos 25 anos da instituição. A sessão marcou também o fim de uma semana de atividades da instituição, que nasceu em Barcelos, mas que se espalhou pelo resto do Quadrilátero – Guimarães, Famalicão e Braga contam com polos do IPCA.

“Hoje é um dia especial. São 25 anos de trabalho, reconhecimento, afirmação. 25 anos de muitas vitórias e dificuldades. Que bela história”, afirmou a presidente do IPCA, Maria José Fernandes, na sessão que decorreu em Barcelos. A presidente lembrou os 74 estudantes que iniciaram lá o seu percurso e vincou o crescimento da instituição patente no “alargamento da oferta formativa às cidades do Quadrilátero.”

O polo inaugurado no Avepark, em 2015, é um dos capítulos da “bela história”. Nos cursos que disponibiliza em Guimarães, o IPCA tem cerca de 500 estudantes e o polo tem, segundo Maria José Fernandes, uma particularidade: “Está no meio das empresas. Os cursos pretendem responder às necessidades delas e o facto de conviverem diariamente com empresas no parque tecnológico faz com que haja uma ligação permanente entre estudantes e empresas.”

Na ótica da presidente, “já se vê um espírito académico muito interessante” no polo de Guimarães, pautado pela “organização de iniciativas. “Os estudantes estão bem enquadrados ali. Em Guimarães está a ser uma grande experiência”, sublinha.

Segundo fonte oficial, “a fixação do IPCA na cidade de Guimarães, desde 2015, surgiu numa estratégia de alargar a presença desta instituição ao quadrilátero e assim cumprir com a sua missão de servir a região do Cávado e do Ave.”