A MANTA ESTENDE-SE NOS JARDINS DO VILA FLOR

@ Paulo Pacheco

O convite é tentador: um extenso jardim, mantas coloridas que o pintam e música para embalar. Ou pular, dançar e aproveitar o arranque da temporada cultural em Guimarães. O Festival Manta chega, este ano, à 13.ª edição. O número pode não ter a conotação mais famosa, mas a proposta musical abafa as superstições dos mais preocupados.

Momo, ou Marcelo Frota, terá a responsabilidade de abrir o festival, às 21h30 desta sexta-feira. Lançará o sucessor de Voá, de 2017, este ano e certamente ecoarão novos temas por aqueles jardins fora.
O dia fecha com Bruno Pernadas, que mergulha em qualquer género musical com a mesma minúcia e destreza. A mescla sonora que carateriza os seus registos musicais, até à data, promete uma viagem entre ritmos. O músico volta a atuar amanhã, às 15h30, num concerto especial para “os mais novos”.

Se as crianças aguentarem, poderão seguir o embalo para as 21h30. Os Serushiô, munidos de malhas como “Boggie Song”, trazem ao Manta uma paisagem entre o blues e o rock and roll. O grupo vem ao Manta para apresentar “Open Range”, o álbum mais recente.

O último concerto será assinado por Holly Miranda, que apresenta a Guimarães “Mutual Horse”, de 2018. Com uma voz que afaga os ouvidos, a norte-americana não se resume ao disco “The Magician’s Private Library”, de 2010, onde moram temas como “Waves”. Em Guimarães não há ondas, mas existe, certamente, um jardim à espera de mantas coloridas e gente de ouvidos atentos. A entrada é gratuita.

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