ATÉ ESTA SEXTA-FEIRA, PROTEÇÃO CIVIL REGISTOU 204 OCORRÊNCIAS EM GUIMARÃES

Na sequência da “Depressão Elsa”, o Serviço Municipal da Proteção Civil de Guimarães registou até às 19h00 desta sexta-feira, dia 20 de dezembro, um total de 204 ocorrências no concelho, com repostas efetuadas por diversas entidades.

Entre estas encontram-se os Bombeiros Voluntários de Guimarães, Bombeiros Voluntários de Caldas das Taipas, Bombeiros Voluntários de Vila das Aves, Bombeiros Voluntários de Vizela, Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave, Polícia Municipal, Polícia de Segurança Pública, Guarda Nacional Republicana e vários serviços do Município de Guimarães.

Segundo a autarquia, estes são dados provisórios, sendo que ainda existem operações em curso pelos vários APC’s no terreno, prevendo-se que estes dados sofram alterações, considerando que ainda nos mantemos no período de Alerta Laranja do DIOPS, para a zona em análise.

Na sequência das descargas realizadas na Barragem do Ermal no período entre as 21h00 e as 24h00 do dia 19, foi verificado a subida do caudal do Rio Ave e consequentemente as margens foram afetadas, no entanto não se verificou nenhuma ocorrência digna de registo associada a este facto, realizando-se apenas a vigilância e monitorização do nível da água.

Vento forte até às 24h00 de sábado

De acordo com a informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se um quadro meteorológico adverso para o período entre as 00h00 e as 24h00 de sábado dia 21, caracterizado por: aumento da intensidade de vento com rajadas até 90km/h e com rajadas até 130km/h nas terras altas. Está ainda prevista a ocorrência de nevoeiros e neblinas matinais durante as próximas 48h.

Nesse sentido, o Serviço Municipal de Proteção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, nomeadamente através da adoção de comportamentos adequados, nomeadamente garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas; Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e acumulação de água nas vias; Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou tampas de saneamento abertas; Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas; Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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