“CENTRO ESCOLAR DE AZURÉM VAI NASCER NESTE MANDATO”

José Castro Antunes, presidente da Junta de Freguesia de Azurém, garante a obra irá nascer nos próximos quatro anos. Centro Escolar vai servir os mais de 400 alunos distribuídos por duas das três escolas da freguesia.

A freguesia de Azurém prepara-se para, num futuro próximo, ganhar uma nova valência para dar resposta às necessidades dos seus jovens estudantes. Durante este mandato vai nascer nesta freguesia vimaranense um novo Centro Escolar.

Para José Castro Antunes, presidente da Junta de Azurém, a necessidade de construir o Centro Escolar de Azurém advém de dois fatores essenciais: “em primeiro lugar a qualidade da construção da Escola de Sta. Luzia atingiu tal grau de deterioração que elimina à partida qualquer tipo de intervenção ou restauro que porventura fosse solução aceitável e menos dispendiosa e o segundo fator tem a ver com a antiguidade das atuais instalações, cuja construção e equipamento já não oferece condições mínimas de conforto para alunos e professores para além da falta de infraestruturas de apoio ao ensino condignas com uma escola moderna”, disse.

Quando foi eleito em 2013 presidente da Junta, Castro Antunes já considerava essencial a remodelação das duas escolas da freguesia: Sta. Luzia e Pégada. Nos últimos anos têm sido mantidas conversações com a Câmara Municipal de Guimarães, de forma a dar resposta às necessidades de (à data), 436 alunos, distribuídos pela Escola de Sta. Luzia (336) e pela Escola da Pégada (100). “Só existe desenvolvimento se tivermos uma sociedade bem formada e estas crianças são o futuro de Azurém”, afirma Castro Antunes.

Segundo o presidente da Junta, o Centro Escolar vai nascer nos terrenos próximos da atual Escola da Pégada e irá acolher, numa primeira instância, apenas os alunos de duas das três escolas da freguesia, embora existam vários alunos a frequentar estas escolas que não habitam em Azurém. Por exemplo, alguns agentes da PSP e outras entidades e instituições ao serem transferidos para Guimarães recorrem a estas escolas para colocar os filhos a estudar.
Para além da debilidade das atuais instalações, as escolas apresentam “falta de instalações sanitárias condignas, uma cantina decente e um pavilhão desportivo”, acrescenta Castro Antunes.

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