Contextile 2022 cruza “a arte no têxtil e o têxtil na arte” até 30 de outubro

O Diretor Geral das Artes salientou ainda que “Guimarães é um exemplo para o país e sempre tido como referência na área das artes e cultura.

Contextile 2022 eliseu

Arrancou este sábado, 03 de setembro, a Contextile 2022 – Bienal da Arte Têxtil Contemporânea, que vai decorrer em Guimarães até 30 de outubro, em diferentes espaços culturais e artísticos de Guimarães, com artistas e obras de todo o mundo. 

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A inauguração da “Exposição Internacional” decorreu este sábado, com 58 obras de 54 artistas (33 países), selecionados por um júri internacional a partir de uma convocatória, e foi o ponto de partida para mais uma edição da Contextile.

Durante a cerimónia, foi conhecido o Prémio de Aquisição, que foi atribuído a Leila Pile (Bélgica – Graduated. Ribbons) e também as quatro menções honrosas para Arja Kärkkäinen (Finlândia – The Shopping Bags of Tartaru), Estefanía Tarud (Chile – Flashliht), IPER-collettivo (Itália – Plastic Textille) e Vania Sommermeyer (Brasil – Ativando Guimarães).

© Eliseu Sampaio / Mais Guimarães

A sessão de abertura contou com as presenças do presidente da câmara de Guimarães, Domingos Bragança, do diretor geral da Artes, Américo Rodrigues, da diretora regional da Cultura Norte, Laura Castro e ainda do vereador da Cultura da câmara de Guimarães, Paulo Lopes Silva.

Em representação do Ministério da Cultura, Américo Rodrigues considerou esta “iniciativa ímpar e singular, com uma perfeita ligação entre os artistas com a comunidade e uma atenção permanente associada à cultura têxtil”.

O Diretor Geral das Artes salientou ainda que “Guimarães é um exemplo para o país e sempre tido como referência na área das artes e cultura através de uma estratégia que liga criadores, território, comunidade e artistas”.

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O Presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, expressou a “dimensão distintiva de Guimarães enquanto marca cultural e marca da indústria” nesta ligação à Bienal. “É interessante esta capacidade de cruzar a arte no têxtil e o têxtil na arte, através de uma marca que Guimarães conseguiu consolidar depois da Capital Europeia da Cultura e, também, da capacidade que teve para superar as revoluções industriais”.

Domingos Bragança destacou ainda que “a distinção cultural de Guimarães resulta do questionamento constante para construir uma sociedade melhor e, por isso, Guimarães continua a ser referência também na formação artística e cultural”.

O diretor da Contextile, Joaquim Pinheiro, frisou o aumento de novas camadas à Bienal, destacando a exposição “Imagine – Temporada Cruzada 2022”, resultado de uma parceria com o FITE – Festival International des Textiles Extraordinaires, de Clermont-Ferrand, no âmbito do programa Temporada Cruzada, uma iniciativa dos Governos de Portugal e França, sublinhando ainda a retrospetiva histórica “10 artistas – O Têxtil na Arte Portuguesa”, patente no Centro Internacional das Artes José de Guimarães.

“Estas são duas novidades, num programa em que se mantêm as residências artísticas, o país convidado – neste ano, a Noruega, fruto de uma parceria com a NTK –, conversas, oficinas e uma relação com as escolas artísticas”, salientou.

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Joaquim Pinheiro vincou ainda a ligação da Contextile a Guimarães. “A Contextile é desta cidade, é deste território, é destes parceiros. Mas é, sobretudo, dos artistas. Acreditamos que é essa relação de cumplicidade com os criadores que nos permite construir um evento que é único a nível nacional.

E que, cada vez mais, é uma referência a nível internacional, como provam o aumento de 150% no número de candidaturas às residências artísticas e de 40% nas propostas apresentadas na Exposição Internacional”, vincou.

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