DEBATE SOBRE PROTEÇÃO DE DADOS NA SAÚDE JUNTOU PROFISSIONAIS NO HOSPITAL DE GUIMARÃES

 

O Hospital da Senhora da Oliveira Guimarães organizou, no passado dia 15 de março passado, um seminário sobre o Regulamento Geral de Proteção de Dados na Saúde que juntou mais de 100 profissionais no seu auditório.
O evento teve a participação de alguns conhecedores nacionais na matéria, como por exemplo Luís Antunes, do Centro de Competências em Cibersegurança e Privacidade da Universidade do Porto e um dos principais rostos nacionais no estudo das questões ligadas à cibersegurança e à proteção de dados. Esta regulamentação europeia, que entrou em vigor em maio do ano passado, trouxe vários desafios para as instituições de saúde, por exemplo ao nível de adaptação dos sistemas de informação ou na necessidade de formação dos seus profissionais na adopção dos comportamentos adequados para respeito do referido Regulamento.

Na ocasião, os participantes, que vieram de várias instituições de saúde do país, tiveram oportunidade de colocar questões práticas do seu dia a dia e ver esclarecidas as suas dúvidas quanto ao respeito pela proteção e dados dos cidadãos que acorrem aos hospitais. No período da tarde, realizou-se uma abordagem teatral e formativa, com exemplos práticos da vida profissional de um hospital, que cativou a atenção dos participantes.

Para Teresa Miranda, da organização do evento e Encarregada de Proteção de Dados do Hospital de Guimarães, “este Seminário foi uma oportunidade única para sensibilizar os profissionais de saúde para a necessidade da proteção de dados em ambiente hospitalar”. “Tivemos oportunidade de abordar estes temas de forma diferente, como por exemplo na forma teatral, com exemplos práticos o que motivou a atenção dos participantes. Os objetivos do evento foram atingidos, que passavam essencialmente pela sensibilização dos profissionais para o tema da proteção de dados. A implementação do RGPD é necessariamente um objetivo, já existia regulamentação sobre este tema, mas o Regulamento atual é mais rigoroso e introduziu a possibilidade de penalizações em caso de incumprimento. A adaptação das instituições de saúde e dos seus profissionais a esta regulamentação deve ser feita, acima de tudo, com bom senso”, referiu.
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