Domingos Bragança: Guimarães é “uma cidade universitária”
O presidente da Câmara de Guimarães destaca Guimarães como "uma cidade universitária", com uma "forte presença de instituições como a Universidade do Minho".

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O presidente da Câmara de Guimarães destaca Guimarães como “uma cidade universitária”, com uma “forte presença de instituições como a Universidade do Minho”.

Para Domingos Bragança, uma cidade universitária é “uma cidade que concentra recursos e agentes de inovação, que vê facilitadas externalidades de proximidade, como os spillovers de conhecimento (aproximando universidade e empresas), que promove a criação de bairros tecnológicos e meios inovadores, onde as universidades se assumem como elemento essencial, facilitando a existência de uma sistema mais amplo de desenvolvimento local e regional”. Assim, acredita que também Guimarães “aposta na formação e na investigação, fundamentais para a inovação industrial, olha para o conhecimento como fator crítico para uma nova economia, mais focada na cadeia de valor, aposta no seu capital humano e no conhecimento por este produzido como modelo gerador de ganhos socioeconómicos e de um ambiente propício ao aumento da qualidade de vida, promove o trabalho em rede, incentiva um ambiente de aprendizagem e reforça a coesão social”.
“Uma cidade universitária é aquela que vê o papel da Universidade como fundamental no seu desenvolvimento”, disse o presidente da Câmara na cerimónia do 48.º aniversário da UMinho, que considera “uma instituição forte e incontornável”.
O edil destacou a reconversão da Fábrica do Arquinho como sendo “um exemplo de como, em Guimarães, recuperamos património, dando-lhe funções de futuro” e a da Fábrica do Alto, em Pevidém, como “o reforço dessa política”. É na Fábrica do Alto que nascerá a nova Academia de Transformação Digital, “um importante núcleo de transição digital e de transferência de conhecimento para as empresas, e um centro de empoderamento do cidadão através da formação tecnológica aplicada às necessidades reais do nosso tecido económico”.
Domingos Bragança lembrou ainda as novas residências de estudantes que vão “melhorar as condições de acolhimento dos atuais e futuros estudantes”.





