Domingos Bragança marcou presença abertura da 4º edição do Fórum Autarquias do Futuro

Arrancou esta terça-feira, 10 de maio, no Centro Cultural Vila Flor, a 4ª edição do Fórum Autarquias do Futuro, um evento organizado pela Wiremaze cujo objetivo é promover a discussão à volta dos processos de administração pública tendentes a aproximar as autarquias dos cidadãos, seja pela via da comunicação institucional ou pela da inovação e transformação digital.

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O evento, a decorrer em formato presencial e online, centra-se nos temas Comunicação, Transparência, Smart Cities, Citizen Centric e Participação, e reunirá mais de 30 oradores e mais de 450 inscritos, representando 220 autarquias.

A sessão de abertura contou com um painel composto por Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Helena Barril, presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Walter Chicharro, presidente da Câmara Municipal da Nazaré, e Luís Newton, vice-presidente da ANAFRE, cujo tema de intervenção foi livre e serviu para que cada um dos autarcas expusesse a sua visão de futuro e as suas preocupações relacionadas com a temática do Fórum.

Domingos Bragança começou por destacar o “sentimento de pertença” e o “forte pendor histórico” do território vimaranense, com especial destaque para o Centro Histórico classificado como Património Cultural da Humanidade, para depois se centrar numa visão de futuro que, não prescindindo desse legado histórico, procura “afirmar-se pela sustentabilidade ambiental, envolvimento da comunidade, empoderamento do cidadão e criatividade”.

Segundo o edil vimaranense, esses objetivos alcançam-se através da “aposta sustentada e holística na Educação, Cultura e Ciência”. Domingos Bragança falou também da necessidade de investir na literacia digital de todos os cidadãos, desde a pré-escola até à universidade, sem esquecer os seniores. “Queremos promover um equilíbrio na nossa relação social, promovendo uma cada vez maior sensibilidade cultural, sensibilidade essa que nos permitirá interagir em sociedade com mais humanismo. A transição digital não pode prescindir desta dimensão humana, sob pena de se tornar um processo de cada vez mais distanciamento entre as pessoas”, disse. A preocupação com uma possível reificação da sociedade leva o autarca a reafirmar que Educação, Cultura e Ciência têm que andar sempre ligadas.

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