Escola de Engenharia da UMinho celebra 50 anos com lançamento de livro de memórias

Será apresentado no próximo dia 7 de janeiro, às 16h00, no espaço B-Lounge da biblioteca geral do campus de Azurém, em Guimarães.

© UMinho

Com 182 páginas, a obra reúne testemunhos de todos os antigos presidentes da escola, incluindo o atual reitor da UMinho, Pedro Arezes, que fará a apresentação oficial do livro. Esta publicação sucede à edição comemorativa dos 25 anos da EEUM e retrata a evolução, os desafios e a projeção da escola ao longo destas cinco décadas.

Na véspera, dia 6 de janeiro, o campus de Gualtar, em Braga, será palco da iniciativa “Engenharia & Arte”, que visa aproximar as duas áreas. Também às 16h00, no B-Lounge, será inaugurada a exposição de pintura “Entre-linhas”, do professor aposentado da EEUM Mário Lima, que depois de uma carreira na Engenharia Mecânica descobriu na pintura uma nova forma de expressão. Ainda nesta sessão será apresentado o livro de poesia “Meu Nome é Ninguém”, de Luís Soares Barbosa, professor catedrático de Engenharia Informática da EEUM e poeta premiado, com uma obra inspirada, entre outros, pela poeta Emily Dickinson.

Os eventos comemorativos têm entrada livre, sujeita à lotação do espaço. O programa do cinquentenário da EEUM continua ao longo do ano com outras atividades previstas: em janeiro, a tertúlia “Engenharia e ética na IA”; em fevereiro, o Dia do Emprego e a Cerimónia de Graduação; em março, uma mesa-redonda sobre Engenharia e sustentabilidade; e para encerrar, um concerto no Theatro Circo, em Braga. Desde abril do ano passado, as celebrações já passaram por espetáculos musicais, lançamentos de livros, exposições, debates, piqueniques, mostras de start-ups e ações solidárias.

Com 7.800 estudantes distribuídos por 84 cursos nos campi de Guimarães e Braga, a EEUM é a maior escola da UMinho e uma referência na formação e na transferência de conhecimento e tecnologia. Conta com nove departamentos e nove centros de I&D, envolvendo 263 docentes de carreira, 132 doutorados e mais de 100 técnicos. Entre os seus avanços recentes destacam-se a criação dos cursos de Engenharia Aeroespacial e Ciência de Dados, a crescente produção científica — com 37 investigadores entre os mais citados mundialmente — e a participação em 18 agendas financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

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