Guimarães revela visão no apoio à educação e prevenção na área da saúde

No próximo ano letivo juntar-se-ão mais duas unidades escolares ao projeto de intervenção de âmbito nacional, na sequência do protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Guimarães e a Fundação Portuguesa “A Comunidade contra a SIDA”, esta terça-feira, 28 de julho.

Guimarães já implementou ações de prevenção da infeção pelo VIH, Hepatites Virais e outras Infeções Sexualmente Transmissíveis, assim como aconselhamento, no Agrupamento de Escolas Santos Simões, no Agrupamento de Escolas João de Meira e no Estabelecimento Prisional de Guimarães. O projeto conta também com a participação de alunos da Universidade do Minho.

“A Câmara de Guimarães revela uma visão de apoiar esta área tão importante como é a educação e a prevenção na área da saúde”, afirmou Filomena Frazão de Aguiar, presidente do Conselho de Administração da Fundação Portuguesa “A Comunidade contra a SIDA”, destacando a parceria estabelecida com o Município. “Este é um projeto a nível nacional, pois temos centros de aconselhamento em Lisboa, Porto, Coimbra, Funchal, Vila do Conde e agora em Guimarães”, salientou, sublinhando o apoio do Ministério da Educação no destacamento específico de professores para este projeto.

A vice-presidente da Câmara de Guimarães, Adelina Pinto, frisou que “o Município de Guimarães tenta dar às escolas aquilo que, por razões várias, pensamos que faz falta para a educação dos nossos jovens. A área da SIDA não é um problema resolvido e precisamos muito de transmitir essa mensagem. Mesmo ao nível da sexualidade, é verdade que os alunos têm acesso à informação, mas devemos transformar essa informação em conhecimento. Estas temáticas serão reforçadas com o trabalho de universitários, jovens mais próximos dos nossos alunos, que mais facilmente identificam os seus problemas e as formas de o resolver”. Adelina Pinto mencionou ainda que ficou salvaguardado o apoio pontual a outras escolas do concelho, no sentido de aprofundar a “literacia da saúde” e “pela salvaguarda da sua saúde e dos comportamentos dos jovens”, vincou a vice-presidente da Câmara Municipal.

Além de colaborar na informação e educação preventiva da infeção pelo VIH e no aconselhamento psicossocial, este protocolo visa ainda fomentar a mobilização da sociedade portuguesa na luta contra a SIDA e incentivar a investigação científica na área médica e psicossocial.

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