LICENCIATURA EM PROTEÇÃO CIVIL EM “VELOCIDADE CRUZEIRO”

Lecionada no Campus de Azurém, a Licenciatura em Proteção Civil e Gestão do Território entrará, no próximo ano, “em velocidade cruzeiro”, segundo o diretor do curso, António Bento Gonçalves.

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Criada há dois anos numa ação conjunta entre a Escola de Engenharia e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho (UMinho), a Licenciatura em Proteção Civil e Gestão do Território entrará, no próximo ano, “em velocidade cruzeiro”, segundo o diretor do curso, António Bento Gonçalves.

“No primeiro ano, preenchemos dois terços das vagas, o que é particularmente bom, atendendo a que não havia tradição neste tipo de licenciatura nas universidades públicas em Portugal”, explicou, à margem do simulacro que decorreu esta segunda-feira no Campus de Azurém. Já neste segundo ano, quase todas as 30 vagas ficaram preenchidas. “Do primeiro para o segundo ano demos um grande salto. Estou em crer que, no terceiro ano, entramos em velocidade cruzeiro e vai ser uma mais valia para Universidade do Minho e para o país”, defendeu.

O responsável assegurou ainda que os alunos “responderam muito bem” aos primeiros dois anos de curso. Segundo António Bento Gonça, no curso estão inscritos técnicos de Proteções Civil de diferentes instituições, que acreditam que, de alguma maneira, “a formação pode complementar o que já sabem”.

Lecionada no Campus de Azurém, em Guimarães, esta é a única Licenciatura em Proteção Civil e Gestão do Território numa universidade pública no continente português. Além da opção pelas universidades privadas, existe também oferta pública nos açores.  “Precisamos, a nível nacional, de muito mais técnicos especialistas formados nesta área, daí termos aberto esta licenciatura. Todas as escolas do país, hospitais e centros e saúde precisam de ter isto contemplado. Não seremos demais se formarmos da melhor forma estes técnicos”, apontou.

António Bento Gonçalves defendeu ainda que “todos os técnicos de Proteção Civil e todos os agentes precisam de formação contínua”. “É uma das regras básicas da Proteção Civil. Nunca descurar a formação contínua. Tem que ser mais incentivada”, apontou.

Daqui a um ano, saem da academia minhota os primeiros licenciados. “Espero que se disseminem pelo país para termos cada vez mais profissionais e os timings sejam cada vez mais reduzidos para podermos salvar mais vidas. Temos muita esperança que sejam semente por todo o país, desta nova geração de técnicos de Proteção Civil com licenciatura”, antecipou.

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