Modalidades amadoras com luz verde da DGS para treinar

As modalidades amadoras receberam, finalmente, luz verde da Direção Geral da Saúde (DGS) para iniciar a atividade, os treinos e a competição.

Foto: João Bastos

A Direção Geral de Saúde já fez chegar às federações de andebol, basquetebol, futebol (futsal), patinagem (hóquei em patins) e voleibol um documento com as medidas a tomar para o retomar das atividades desportivas.

Além das medidas gerais de limpeza, higienização e distanciamento, já previstas em orientações anteriores da DGS, este documento aponta para a necessidade de uma hierarquização dos riscos. Modalidades como o judo, de grande contacto devem ser consideradas de alto risco, já o basquetebol, o voleibol ou o andebol, são modalidades que podem ser consideradas de risco baixo ou médio.

O número de atletas é o principal para determinar o grau de risco de uma modalidade. As modalidades individuais, em que não há contacto físico, são à partida de baixo risco. Entra, de seguida, em linha de conta o distanciamento, se houver um baixo número de atletas e o distanciamento entre eles for superior a três metros, a modalidade pode ser considerada de baixo risco. Os risco é considerado mais elevado se o distanciamento for menor e se houver grande contacto físico.

Treinos e competições continuarão a decorrer à porta fechada.

Os testes aos atletas e equipas técnicas serão aplicados tendo em conta este grau de risco e a situação epidemiológica da região.

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