NOVA LIGAÇÃO NO QUADRILÁTERO “TEM TODAS AS CONDIÇÕES PARA O SUCESSO”

O presidente do município de Guimarães, Domingos Bragança, reuniu recentemente com elementos do Governo que lhe garantiram que o projeto “tem todas as condições para ter sucesso”.

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A criação de canais dedicados de ligação entre os municípios do Quadrilátero Urbano (Barcelos, Braga, Vila Nova de Famalicão e Guimarães) “tem todas as condições de sucesso”, segundo o autarca Domingos Bragança.

O presidente do município de Guimarães reuniu recentemente no Ministério do Planeamento, no sentido de discutir a possível criação de uma ligação por tramway na região. Recorde-se que a temática foi suscitada num debate organizado pela Associação de Jovens Empresários de Guimarães (AJEG), que teve lugar na Universidade do Minho (UMinho).

Esta segunda-feira, após a reunião municipal, o autarca explicou aos jornalistas que ficou decidido que seria para “avançar com estudos” acerca do projeto. “Entendem que a área metropolitana do quadrilátero – abrangendo outros municípios que também querem aderir como Vieira do Minho – deve ter em aberto todas as possibilidades”, afirmou.

O importante será “a construção de todos os canais dedicados”, explicou o autarca. “Isso é que resolve o problema da mobilidade e do tempo certo que as pessoas podem contar entre os seus trabalhos e para a sua residência”, acrescentou. O autarca apontou ainda que, para a construção do canal dedicado, deverá começar em cada uma das cidades para, posteriormente, se criarem ligações entre as mesmas. “Depois vemos se é Tramway ou outro modelo que esteja ligado à sustentabilidade ambiental e seja um modo de transporte tecnologicamente evoluído”, frisou.

Relativamente à execução do projeto, Domingos Bragança defendeu que é necessário “começar já a trabalhar” para daqui a 10 anos “já haver alguma coisa que se possa ver”. “Assim, daqui a 20 anos poderão estar as ligações feitas e o projeto consolidado. O primeiro eixo a trabalhar é a ligação entre Guimarães e Braga e, depois, obviamente, Guimarães e Famalicão”, frisou.

O projeto será enquadrado numa candidatura ao novo quadro comunitário, de 2030.

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