Presidente da Assembleia Geral do Vitória explica calendário de reuniões magnas do clube

O presidente da Mesa da Assembleia Geral do Vitória Sport Clube, Luís Filipe de Almeida e Silva, explicou as razões para a realização de duas Assembleias Gerais, agendadas para 30 de outubro e 6 de novembro, sublinhando a importância de garantir aos associados tempo para analisar as propostas, esclarecer dúvidas e exercer os seus direitos de participação e voto.

@ Mais Guimarães

Numa mensagem divulgada este sábado, 10 de outubro, o responsável refere que a publicação simultânea das duas convocatórias permite aos sócios conhecer antecipadamente o calendário e os assuntos que serão submetidos à sua apreciação.

A Assembleia Geral extraordinária de 30 de outubro, solicitada pela Direção, terá como principal ponto a discussão e votação da proposta de transmissão à V Sports de ações representativas de 17% do capital social da Vitória SC – Futebol, SAD. O objetivo é restabelecer a participação de 46% aprovada pelos associados em 3 de março de 2023. Será também discutida e votada uma autorização para a Direção deliberar sobre uma proposta de alteração do pacto social da SAD.

Já na Assembleia Geral ordinária de 6 de novembro, os associados vão apreciar, entre outros assuntos, a eleição do Conselho Vitoriano, a realização de uma auditoria económico-financeira independente à SAD e o relatório e contas elaborados pela Direção, acompanhados do parecer do Conselho Fiscal.

A auditoria proposta abrange o período entre 1 de julho de 2022 e 30 de junho de 2026 e pretende avaliar a situação económico-financeira da sociedade.

Segundo Luís Filipe de Almeida e Silva, o entendimento alcançado entre a Direção do clube e a V Sports prevê que a proposta de transmissão de ações seja apreciada em primeiro lugar. A calendarização teve em conta essa sequência e a necessidade de assegurar tempo suficiente para a apresentação das propostas, o esclarecimento dos associados e o debate.

O presidente da Mesa da Assembleia Geral afirma ainda que a realização de duas reuniões autónomas pretende garantir as condições necessárias ao pleno exercício dos direitos dos sócios. A documentação de suporte será disponibilizada previamente, nos termos definidos nas convocatórias.

Na mesma mensagem, Luís Filipe de Almeida e Silva assegura que a Mesa conduzirá ambas as Assembleias Gerais com «total independência e imparcialidade», procurando respeitar a liberdade de discussão e de voto dos associados.

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