Segunda Lufada

Na sexta-feira, 26 de junho, às 18h00, António Alvarenga e Leonor Barata juntamente com Benjamim fazem parte do segundo momento do “Lufada”. Os dois artistas convidam-nos para Madame – Conversas privadas em espaço público, um ato performativo de interação, onde se trocarão confidências e desabafos, memórias e hesitações, numa conversa-performance de entrada gratuita e sujeita a inscrição prévia.

No mesmo dia de tarde, às 19h00, é tempo para ouvir e viajar com Benjamim, cantautor e multi-instrumentista que se apresenta a solo no pátio do CCVF para nos mostrar as canções do novo disco, Vias de Extinção, já com alta rotação nas rádios nacionais. Entre outros temas dos álbuns Auto Rádio e 1986. Tudo, num concerto com entrada gratuita, por ordem de chegada e até à lotação de segurança do espaço. A força desta ‘Lufada’ continuará a fazer-se sentir todas as sextas-feiras, até 10 de julho, em Guimarães.

Os espetáculos têm lotações limitadas para cumprir os critério da DGS

Madame – Conversas privadas propõe um encontro para o qual o convidado é desafiado a colocar uma questão que obedeça aos critérios tradicionais dos temas abordados pelos videntes-oráculos-profetas (trabalho e negócios; amor e família; sorte e azar). Este será o mote para o desenvolvimento de uma conversa na fronteira entre a confidência, o conselho e o desabafo, onde Madame relembra histórias e parábolas, partilha experiências e expetativas e questiona o real, jogando-se tudo num limbo de definições. Madame é assombrada por outra voz e outro corpo que serão extensões de si e que a usam como veículo de comunicação. Não é só Madame que tem acesso à questão e memórias do convidado, mas também este tem acesso às memórias e hesitações de Madame, aos seus esquemas metais, às suas múltiplas personas. É aqui que se dá o encontro. Encontro este criado e interpretado por António Alvarenga e Leonor Barata, com o acompanhamento dramatúrgico de João Fiadeiro. A participação é gratuita e tem lotação limitada, estando sujeita a uma inscrição através do e-mail bilheteira@aoficina.pt devido às caraterísticas desta conversa-performance.

Vias de Extinção é o último trabalho de Benjamim

Neste mais recente trabalho, o escritor de canções português colocou a guitarra num canto, fez as pazes com o instrumento de sempre, o piano, e com a sua velha paixão – o velho e pouco fiável sintetizador Roland Jupiter 6. Benjamim, que também é produtor, ligou a caixa de ritmos ao gravador de cassetes e partiu para a maior aventura sónica da sua discografia, da qual o tema Vias de Extinção é só mesmo a introdução. Escrito entre o fim da noite e o início do dia, é também o seu registo mais cru e direto, no que toca às letras e respetivas dores de crescimento.

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