Série “Mulheres, às Armas” recua ao tempo de guerra e destaca a Coelima
A minissérie da TVI, produzida pela "Santa Rita Filmes", escolheu a Coelima como cenário, para gravar uma parte da produção televisiva. Recorde-se que a Coelima é uma das históricas empresas têxteis de Guimarães.

© CMG
Com um elenco de luxo, bem conhecido dos portugueses, incluindo nomes como José Condessa e Vitória Guerra, a série retrata a vida de quatro mulheres trabalhadoras na indústria têxtil entre 1973 e 1974, num período marcado pela Guerra Colonial e pela Revolução de Abril.
A vereadora Sofia Ferreira aproveitou a ocasião para sublinhar o legado de Albano Coelho Lima, fundador da Coelima, descrevendo-o como “uma personalidade à frente do seu tempo”, cuja visão não só construiu uma empresa de renome mundial, “mas também fomentou uma comunidade fabril dedicada e envolvida em atividades culturais, desportivas e associativas”. Enalteceu, também, o enredo da série, por dar relevo ao papel das mulheres durante os anos em que tiveram que colmatar, em várias frentes, a ausência dos homens mobilizados em combate.
Patrícia Sequeira, produtora da série, elogiou o envolvimento e a hospitalidade da comunidade vimaranense, destacando a colaboração essencial do Teatro Coelima. “A beleza de Guimarães e a entreajuda da sua gente tornaram esta produção especial e deixaram-nos a todos com vontade de voltar”, revelou Sequeira, não descartando a possibilidade de futuras produções na região.
Como forma de perpetuar a memória desta produção, os cenários e “décors” utilizados na série serão preservados para integrar o programa de turismo industrial do Município de Guimarães, oferecendo aos visitantes uma nova perspetiva sobre a história local e a relevância da indústria têxtil na identidade vimaranense.
“Mulheres, às Armas!” promete não só cativar o público televisivo, “mas também deixar uma marca duradoura em Guimarães, reforçando o seu papel como cenário privilegiado para a narrativa e a criatividade em Portugal”, refere a autarquia.
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