40 MIL VISITARAM A CONTEXTILE 2018

 

Termina no próximo sábado, 20 de outubro, em Guimarães a Contextile 2018 – Bienal de Arte Têxtil Contemporânea, que ao longo de 50 dias (desde 01 de setembro) recebeu mais de 40 mil visitantes que apreciaram as intervenções artísticas da norte americana Ann Hamilton e uma Exposição Internacional, bem como a intervenção da israelita Dvora Morag, residências artísticas, workshops temáticos e as TextileTalks, ou as exposições ‘Fiber Art Fever!’ e ‘Magic Carpets’, entre outras.

Nesta ‘Finissage’ e último dia da mais importante mostra de Arte Têxtil Contemporânea, o período entre as 14h30 e as 17h30 está dedicado a visitas guiadas às principais exposições na companhia dos curadores, para mais tarde fechar em festa no CAAA, Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura, com um Magusto aberto a todos que aparecerem.

Pela Contextile 2018, que ilustrou o envolvimento e a cooperação entre património, indústria têxtil e a criação artística contemporânea nesta cidade que é Território de Cultura Têxtil e que, com esta iniciativa, pretendeu entrelaçar a tradição e inovação no têxtil com a cultura e a criatividade, participaram 250 artistas em todas as atividades — exposições, residências, workshops, ‘textiletalks’ e performances –, para além dos 700 artistas, de 66 países, que propuseram projetos ou obras artísticas nas OpenCall’s Internacionais.

 

Mais de 30 escolas com mais de mil alunos passaram pela Contextile

Recorde-se que ‘Substantia’, com assinatura de Baiba Osite, da Letónia, foi distinguida com o Prémio de Aquisição na abertura da Contextile 2018. O Prémio Aquisição foi adquirido pelo Município de Guimarães, parceiro institucional da Contextile 2018, bienal que vem deixando a sua marca desde 2012, aquando da Capital Europeia da Cultura.

O júri multidisciplinar, que havia selecionado 58 obras de 51 artistas de 26 países a concurso para a Exposição Internacional, também atribuiu Menção Honrosa a ‘Piedras Textiles’, de Alejandra Ruiz (Colômbia), ‘Inside Out’, de Jenny Ymker (Holanda) e ‘Basal Structure’, de Aud Bækkelund (Noruega).

Num outro âmbito, “Untitled”, da artista alemã Daniela Bergscheneider, venceu o Prémio Aquisição ATP. Esta aquisição resulta de uma parceria entre a Bienal e a ATP – Associação Têxtil e do Vestuário de Portugal, que adquire a cada edição da Contextile uma obra até ao valor de 2500 €.

A Contextile 2018 também acolheu a reunião de curadores de 13 países — Alemanha, Áustria, Croácia, Geórgia, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia e Sérvia — pertencentes à plataforma europeia Magic Carpet. Esta organização, da qual a Contextile / Ideias Emergentes representa o nosso país, fez convergir para a Bienal de Arte Têxtil Contemporânea duas artistas em residência artística, Ida Blazicko (Croácia) e Hermione Allsopp (Reino Unido), que responderam à ideia subjacente desta plataforma europeia, que está focada na mobilidade de artistas emergentes para trabalhar em áreas da arte de cariz social responsável (arte visual, arte pública, arte comunitária, exposições, performances, teatro documental, arte online, etc.) e na pesquisa e implementação de novas produções junto de artistas e comunidades locais.

A Bienal de Arte Têxtil Contemporânea, que se prolonga até sábado por 13 espaços culturais e públicos da cidade de Guimarães numa manifestação de cultura, vanguardismo e bom gosto, teve também um forte envolvimento da comunidade educativa, traduzido pela visita de mais de 30 escolas, com mais de mil alunos, em visitas guiadas às exposições ou eventos da Contextile 2018.

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