Rafael Oliveira: Pintor vimaranense na inauguração do novo espaço da Galeria Nicolau Nasoni no Porto
A Galeria Nicolau Nasoni inaugura, no próximo dia 21 de março, um novo espaço expositivo na Rua do Rosário, nº 100, no Porto, reforçando a sua presença no circuito artístico da cidade e dando continuidade ao trabalho de divulgação de artistas contemporâneos portugueses. Rafael Oliveira, pintor vimaranense, apresenta obras inéditas.

© Soraia Oliveira
A abertura será assinalada com a exposição coletiva Flamma Vitae, que reúne obras dos artistas Rafael Oliveira, Daniel Gamelas e José Cunha. A mostra propõe um percurso entre a pintura e a escultura, promovendo um diálogo entre diferentes linguagens plásticas. Entre matéria, gesto e forma, as obras exploram distintas formas de construir a imagem e o objeto artístico, convocando também uma dimensão sensorial da experiência estética. A intensidade da matéria e da imagem convida o visitante a um olhar atento, onde perceção, emoção e contemplação se cruzam na construção de significado.
Natural de Guimarães, o pintor Rafael Oliveira leva até ao Porto um conjunto de obras recentes, inéditas, produzidas entre o final de 2025 e o início de 2026. Em declarações do Mais Guimarães, o artista destaca a diversidade da exposição: “Serão trabalhos que percorrem a pintura e a escultura, num diálogo em que as obras são totalmente distintas entre si, o que também torna esta mostra particularmente interessante.”
Rafael Oliveira sublinha ainda a importância do convite, considerando-o um reconhecimento do seu percurso artístico. “É uma honra expor numa galeria conceituada e poder levar o nome de Guimarães a outros contextos”, afirmou, acrescentando que vê como uma das suas prioridades a valorização da cidade através da sua prática artística.
A exposição contará também com a participação de Daniel Gamelas, na área da escultura, e José Cunha, igualmente na pintura, reforçando a pluralidade de abordagens presente em Flamma Vitae.
Patente até 21 de abril, a mostra integra-se na dinâmica cultural da Rua do Rosário, situada numa espécie de Quarteirão das Artes, um dos principais polos dedicados à arte contemporânea na cidade invicta. A inauguração coincide ainda com a abertura simultânea de várias galerias, contribuindo para consolidar este eixo como um espaço privilegiado de encontro entre artistas, galerias, colecionadores e público.
Para Rafael Oliveira, este momento marca também o arranque de um novo ciclo no seu percurso em 2026, que antecipa como particularmente ativo, com exposições, workshops e novos projetos.





