“Temos de estar preparados para tudo”: Moreirense alerta para incerteza do Estrela

O Moreirense recebe, este sábado, o Estrela da Amadora, em jogo da 32ª jornada da Liga, agendado para as 15h30, no Estádio Comendador Joaquim de Almeida Freitas.

© Moreirense

Na antevisão ao encontro, o treinador Vasco Botelho da Costa assumiu que a recente mudança no comando técnico do adversário trouxe dificuldades acrescidas na preparação, mas garantiu uma equipa pronta para responder a diferentes cenários.

“Confesso que atrapalhou no que à preparação do jogo diz respeito, ainda que haja muito conhecimento do mister Bacci. Não se sabe qual será o sistema, mas em termos de princípios estão bem vincados”, afirmou o técnico, sublinhando a experiência acumulada pela sua equipa ao longo da temporada: “Já levamos 30 jogos nas pernas e os jogadores têm de ter capacidade para dar resposta aos desafios. Temos de estar preparados para vários cenários.”

Sobre o tipo de jogo que poderá encontrar, o treinador preferiu não arriscar previsões definitivas, embora antecipe um adversário organizado: “Esperamos uma equipa muito organizada, a não querer dar muitos espaços. Acredito que vá ter cautelas para não se desequilibrar.” Ainda assim, destacou as particularidades do reduto do Moreirense: “O nosso campo convida as equipas a pressionar mais alto e de forma mais agressiva.”

Focado sobretudo no rendimento da sua equipa, Vasco Botelho da Costa reforçou a importância da evolução recente: “A dimensão competitiva é o mais importante e crescemos muito nas últimas duas ou três semanas. Demos um passo em frente nessa vertente.”

Com o campeonato a aproximar-se do fim, o Moreirense continua a lutar por uma melhor posição na tabela classificativa, apesar de ainda não ter a permanência matematicamente assegurada. “Ainda há muito em jogo para nós. Queremos ficar o mais acima possível. O nosso foco principal somos nós próprios”, garantiu, admitindo, contudo, que a pressão do adversário pode influenciar o encontro.

O técnico abordou ainda o peso do fator emocional nesta fase da época, defendendo equilíbrio: “Tem de haver emoção no futebol, mas quando entramos demasiado no capítulo emocional afastamo-nos do racional e precisamos muito da razão para cumprir uma estratégia”. Por fim, questionado sobre a situação do jogador Michel, foi perentório: “É uma situação entregue à Administração e não me vou pronunciar. Tem estado afastado do grupo de trabalho”.

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