ABERTO E ABRANGENTE: ESTÁ AÍ O 28.º GUIMARÃES JAZZ

Está apresentada a edição de 2019 do Guimarães Jazz. Com 13 concertos em 10 dias, o festival vimaranense decorre de 07 a 16 de novembro e irá ocupar diferentes espaços a cidade: Centro Cultural Vila Flor, Centro Internacional das Artes José de Guimarães e o espaço da associação Convívio.

Charles Lloyd, Joe Lovano, Antonio Sánchez and Migration, a dupla Vijay Iver e Craig Taborn e Andrew Rathbun são alguns dos nomes que compõem o cartaz da 28ª edição do festival. Às habituais parcerias com entidades como a Porta Jazz, a ESMAE e a Orquestra de Guimarães, junta-se, este ano, uma colaboração com a Sonoscopia, um coletivo de músicos e construtores musicais.

Para Ivo Martins, programador do festival, trata-se de um cartaz “abrangente”. “É tão aberto, tão abrangente, tão largo nos horizontes que nem sempre é possível fazer uma coisa destas”, afirmou, na apresentação oficial do cartaz, que decorreu esta segunda-feira.

Outro dos destaques da 28ª edição do Guimarães Jazz é, segundo Ivo Martins, a “quantidade de músicos portugueses presentes”. “Foi possível estabelecer uma ponte com músicos internacionais e, simultaneamente, reafirmar a importância do jazz português”, acrescentou.

António Augusto Aguiar, presidente da ESMAE, considera que o facto de os alunos da ESMAE participarem no festival vimaranense é enriquecedor e uma experiência “única”. “É uma dinâmica que não termina nas salas de espetáculo. É a experiência não só para conhecer músicos de grande renome, mas também para ver como se faz q música. A música aprende-se fazendo”, apontou.

A Orquestra de Guimarães irá também participar no festival e, segundo Domingos Castro, da Orquestra de Guimarães a colaboração com Lina Nyberg Quintet – cujo resultado final será apresentado a 14 de outubro. “É um statement a volta da ecologia e com uma componente poética muito forte”, esclarece Domingos Castro.

Segundo a vereadora da cultura, Adelina Paula Pinto, destacou a “abrangência do programa”, que servirá para “captar novos públicos”, de forma a que se perceba “que o jazz não é tão específico quanto isso”. “[O Guimarães Jazz] tem conseguido trazer esse desassossego, ano após ano. Este pensar de uma outra forma é o que garante que o Guimarães Jazz é um espaço diferente para Guimarães”.

O Guimarães Jazz tem também uma nova morada digital, na qual poderá ser consultada o cartaz deste ano e, no futuro, estará disponível o histórico do festival.

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