Alfredo Cunha expõe na UMinho

A Nova Galeria do Paço, da Universidade do Minho, no centro de Braga, vai receber até 31 de agosto mostra que destaca a importância das mulheres nas sociedades

A exposição inaugura sexta-feira, dia 26 de junho, pelas 17h30.“O Tempo das Mulheres”, da autoria de Alfredo Cunha, comemora os 50 anos de carreira do fotógrafo e celebra a condição feminina através de imagens captadas em vários contextos, relevando a beleza, a sensibilidade e a importância das mulheres nas sociedades. A inauguração da exposição contará com a presença do autor, para além de Rui Vieira de Castro, reitor da UMinho e Manuela Martins, vice-reitora para a Cultura e Sociedade.

A exposição resulta do trabalho publicado num livro com o mesmo nome que apresenta cerca de 220 imagens do fotógrafo, associadas a textos de Maria Antónia Palla, a histórica feminista com quem Alfredo Cunha iniciou a sua carreira como fotojornalista. A exposição contempla imagens captadas em Portugal, mas também em África, na Ásia e um pouco por todo o mundo. A mostra esteve primeiramente patente ao público em 2019, no Torreão Poente da Praça do Comércio, um dos núcleos do Museu de Lisboa, e percorre agora outras partes do país, em itinerância, começando pela Nova Galeria do Paço da UMinho.

Alfredo Cunha começou a sua carreira profissional em 1970. Trabalhou nos principais jornais do país e em agências noticiosas. Foi fotógrafo oficial dos Presidentes da República António Ramalho Eanes e Mário Soares. Recebeu diversas distinções e homenagens, destacando-se a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique e variados prémios de fotografia. Realizou diversas exposições, individuais e coletivas e publicou dezenas de livros. Os seus testemunhos da chegada da democracia a Portugal – do próprio 25 de Abril de 1974, em Lisboa, e de outros momentos igualmente importantes – encontram-se, para sempre, na memória coletiva e na História do país. Para além do seu trabalho enquanto fotojornalista, Alfredo Cunha assume-se como uma figura marcante pela sua obra artística profundamente humanista, reveladora de identidades locais e de sentimentos universais, mostrando também o espírito dos lugares.

A exposição pode ser visitada entre as 10h00 e as 18h00, de segunda-feira a sábado, até dia 31 de agosto e integra-se no ciclo de programação cultural definido para o ano de 2020 na Nova Galeria do Pa

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