ALTERAÇÕES À ESTRUTURA ORGÂNICA DO MUNICÍPIO QUESTIONADAS PELA OPOSIÇÃO

A alteração à estrutura orgânica do município mereceu os votos contra dos vereadores do PSD e do CDS na reunião do executivo, que questionaram sobretudo a extinção da divisão de juventude.

Na tentativa de “aperfeiçoar o modelo organizacional”, foi a votação uma alteração à estrutura orgânica do município. Para André Coelho Lima, as várias alterações num curto espaço de tempo deixam no ar a ideia de incerteza por parte do executivo em relação ao que pretende. “Temos três alterações à estrutura orgânica do município no espaço de um ano. Não é tão natural que, num período tão curto, se façam tantas alterações, dá ideia de que não se sabe a estrutura pretendida”, argumentou o vereador do PSD.

A extinção da divisão de juventude foi outro dos pontos destacados pela oposição, que a considera “grave”. “A extinção de uma divisão tem um sinal político e o sinal político é o dar menos importância ao que a divisão tratava, no caso a juventude e o associativismo. Na nossa opinião, é mau”, acrescentou André Coelho Lima.

Domingos Bragança explicou que todas as outras divisões, tais como habitação, educação e cultura se diluem na juventude, garantindo que o trabalho nessa faixa etária continua a ser uma preocupação. “A divisão da juventude iria beber à educação, ao social, à cultura. A divisão da habitação está focada na juventude. A cultura é dirigida aos jovens”, concluiu Domingos Bragança.

Para a vereadora Sofia Ferreira, “esta proposta foi assumida no início do mandato como sendo necessário para que haja uma estrutura mais adequada às necessidades”.

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