Aprovada a abertura de novo procedimento para aquisição de 61 habitações
O executivo municipal aprovou, nesta quinta-feira, dia 11 de janeiro, a abertura do concurso para aquisição de 61 frações, relativas ao terceiro lote no âmbito do programa 1º Direito. A aquisição destas habitações conta com um investimento máximo de cerca de 8,854 milhões de euros.

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Depois da aprovação dos dois primeiros lotes, que correspondem a 111 habitações em Fermentões, no monte de São Pedro, e em Creixomil, atrás do cemitério da Atouguia, a abertura deste procedimento abrange todas as nove vilas de Guimarães, de acordo com o presidente do município de Guimarães, Domingos Bragança.
“O concurso é para quem apresentar um projeto para construir as casas que a câmara pretende comprar. A questão é que as casas possam ser construídas fora do perímetro da cidade. Ao abranger o território das vilas, pode ser que se encontre quem esteja disponível para os preços da construção social”, adiantou o autarca na reunião de câmara.
Do outro lado, Ricardo Araújo, vereador eleito pela coligação “Juntos por Guimarães” critica a “lentidão” dos processos: “O problema é que as soluções continuam por aparecer. E quando aparecem, é de forma lenta.”
Além da habitação social, o social-democrata considera que os problemas passam pela “falta de habitação para a classe média, com preços elevados que não permitem que essas famílias tenham acesso à habitação” e pela “dificuldade para os jovens acederem ao mercado de arrendamento e de compra e venda.”
Ricardo Araújo recorda as “medidas propostas há um ano para promover a habitação em Guimarães” e pede a Domingos Bragança que “impulsione a estrutura política e técnica para que as medidas apareçam no terreno mais rapidamente para resolver os problemas das pessoa na habitação.”





