Balanço incêndios florestais: Menos 78% de área ardida

Com a chegada do outono, e as primeiras chuvas persistentes, nos quartéis de bombeiros do concelho de Guimarães, chega a hora de fazer o balanço da época de fogos florestais. Neste ano, entre 01 de janeiro até 20 de outubro, altura que o dispositivo de incêndios é desligado, foram detetados 159 incêndios, menos 8 que em 2019. Se a diferença do número de incêndios não é significativa, já a área ardida é muito menor em 2020, quando comparamos com 2019.

Enquanto que, no ano passado, arderam cerca de 149 hectares de floresta, neste ano apenas foram consumidos 33 hectares, o que significa a uma diminuição de quase 78%.

Para Bento Marques, comandante dos Bombeiros Voluntários de Guimarães este foi um ano “muito bom ao que se refere aos incêndios florestais”.




Quanto à corporação de Caldas das Taipas, em 2020 registaram 21 alertas para incêndios rurais em florestas, com quase 6 hectares de área ardida; 35 ocorrências em zonas de mato, sendo a área ardida de 9 hectares e também quatro registos de incêndios rurais em área agrícola.

Quer os Bombeiros de Guimarães, quer os das Taipas, foram chamados a atuarem fora das suas áreas de intervenção. Segundo dados revelados ao Mais Guimarães, os Bombeiros Voluntários das Taipas, neste ano 2020 registaram 157 alertas, tendo mobilizado para esses incidentes um total de 967 homens e 212 veículos.

Guimarães acompanhou a tendência registada em Portugal. Em 2020 registou-se uma queda de 38% na área ardida quando comparado com a média dos últimos dez anos. Pelo terceiro ano consecutivo, Portugal regista números abaixo da média na última década, no que respeita aos incêndios florestais.

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