CÂMARA PONDERA INVESTIR 2,5 MILHÕES NOS TERRENOS DO CAVALINHO

Vai ser discutida hoje, na reunião do executivo, a intervenção urbanística nos terrenos junto à estação de caminhos de ferro. Em causa está a previsão de construção de um loteamento, em altura, que irá interferir com o planeamento urbanístico da zona. A proposta a apresentar prevê o interesse público.

Nos terrenos em causa, situados na encosta de Vila Flor, está prevista a construção de um loteamento com cerca de dez hectares, e em altura, o que pode interferir com o planeamento urbanístico da zona. A proposta que será apresentada prevê a compra do terreno, cuja base de liciitação foi de 2,5 milhões no último leilão, para que se possa avançar com uma intervenção pautada pela “defesa do interesse público”, com “forte incidência no modo de uso do território”.

Atualmente, grande parte dos terrenos em causa “pertence à massa insolvente da empresa Investimento Certo, Lda., objeto de operação de loteamento em 2001 (alvará n.º 59/01), cuja licença foi declarada caducada em 2013”, pode ler-se na referida proposta. Apesar de ter estado agendado um leilão que visava a venda do espaço, a Câmara Municipal optou por intervir e solicitar o adiamento do mesmo.

De acordo com o documento, é possível perceber que a intervenção da câmara apenas se fará como último recurso: “apenas virá a ocorrer caso se verifique a inexistência de interessados privados na aquisição dos terrenos que se disponham a respeitar as condições urbanísticas constantes do estudo preliminar”.

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