CDU de Guimarães questiona o município sobre dificuldades na aquisição de refeições escolares

Em comunicado, o grupo municipal da CDU diz ter recebido […]

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Em comunicado, o grupo municipal da CDU diz ter recebido várias queixas por parte dos Encarregados de Educação que “por diversos motivos” não conseguem aceder ao Sistema Integrado de Gestão e Aprendizagem (SIGA), plataforma digital de gestão educativa com várias valências, entre as quais, a aquisição de refeições escolares.

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Esta não é uma situação nova, adiantam, visto que “quando se fez a transição para este sistema se colocaram algumas questões, sobretudo, no que diz respeito às dificuldades que alguns encarregados de educação possam ter com o acesso e manuseamento deste tipo de tecnologia, mas também se tornou mais difícil o processo em caso de liquidação de dívida”.

O grupo municipal da CDU, lembra que na reunião de câmara do dia 6 de julho, na parte dedicada ao público, se assistiu a uma intervenção de um encarregado de educação que expunha esta dificuldade. Na altura, o cidadão afirmou que o processo de aquisição das refeições escolares implementado pelo município não teria sido bem trabalhado. Referiu ainda que a informação era escassa e as formas de pagamento muito reduzidas, não existindo a possibilidade de ser pagas nas secretarias das escolas.

A senhora vereadora da educação afirmou, acrescentam os membros da delagação de esquerda, que “estava a ser preparada a migração para uma nova plataforma, que estaria quase concluída”. Quanto ao pagamento em numerário os encarregados de educação teriam que se deslocar à Câmara Municipal de Guimarães (CMG) para efectuar o pagamento, havendo aí funcionários para ajudar a manusear a plataforma. 

Porque é da responsabilidade da Câmara Municipal de Guimarães a gestão de refeitórios e fornecimento de refeições, e “faz parte do compromisso assumido o objetivo de tornar credível e de confiança o serviço de refeições prestado, assim como, gerir e averiguar possíveis reclamações”, o Grupo Municipal da CDU vai questionar o executivo se houve, e se sim, quantas crianças a ficarem sem a refeição escolar devido a problemas logísticos, quantos encarregados de educação se viram« obrigados a deslocar-se à Câmara Municipal de Guimarães para resolver a dificuldade na aquisição de refeições escolares, quantos casos existem de dívidas acumuladas, e se os serviços prestados nas instalações da CMG para regularizar a situação vão ser reforçados.

Ainda querem saber se a nova plataforma já entrou em funcionamento e se o executivo camarário tenciona passar para as escolas esta responsabilidade, facilitando, dizem, a comunicação dos encarregados de educação e a aprendizagem, nem que seja de forma temporária.

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