Centro de Acolhimento para pessoas sem-abrigo é “uma resposta que é necessária”

Adelina Paula Pinto informou esta quinta-feira, 10 de fevereiro, que “a necessidade de encontrar um espaço definitivo” para o Centro de Acolhimento para pessoas sem-abrigo “já está sinalizada pela Câmara”.

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A vice presidente do Município esclareceu que esta não é uma necessidade de agora e que “antes da pandemia” já falavam desta questão do acolhimento, apesar de Guimarães não ser uma zona de grande número de sem abrigo. A pandemia fez, porém, com que a Câmara avançasse com a Cercigu, depois para o Verbo Divino e agora a escola EB1 Chã de Bouça.

Com mais de 80 pessoas que foram sendo acolhidas ao longos dos últimos dois anos, “é obviamente uma resposta que é necessária. Se queremos tirar as pessoas da rua, se queremos dar dignidade às pessoas, temos de ter uma resposta”, disse.

Adelina Paula Pinto acredita que “esta resposta não deve ser uma resposta exclusiva do município, deve ser uma resposta do município em articulação com os serviços da segurança social, a quem compete ter estas estas respostas”. Frisou ainda que “esta é uma resposta que não se limita a um albergue. Não é um sítio onde as pessoas vão dormir e tomar banho. É um local de educação e de reinserção”.

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