CHARLES LLOYD, A LENDA VIVA QUE INAUGURA O GUIMARÃES JAZZ

O saxofonista norte-americano é o primeiro a subir ao palco da 28ª edição do Guimarães Jazz, que arranca esta quinta-feira, 07 de novembro, e termina a 16 de novembro.

A edição de 2019 do Guimarães Jazz inaugura com a atuação daquele que é “um dos grandes músicos de jazz vivos”, descreve o festival. Aos 81 anos e com 24 discos publicados, Charles Lloyd já colaborou com grandes nomes do jazz, do blues e do rock, entre eles B.B. King, Keith Jarrett e Brad Mehldau ou Beach Boys e até The Doors ou Beach Boys. O saxofonista e também compositor está “em pleno fulgor criativo”. “É um músico com uma componente histórica fortíssima. Charles Lloyd basicamente viveu a história do jazz”, completa o programador, Ivo Martins. Em Kindred Spirits é acompanhado pelo pianista Gerald Clayton, o baterista Eric Harland, o guitarrista Marvin Sewell e o contrabaixista Harish Raghavan.

Esta é a segunda vez que Charles Lloyd se apresenta no Guimarães Jazz, depois da estreia em 2010. Para Ivo Martins é, aliás, “impossível não destacar” o concerto inaugural da 28ª edição. “É um dos grandes músicos vivos do século XX e em pleno fulgor criativo, que regressará ao Guimarães Jazz com um quinteto de músicos notáveis, entre eles o baterista Eric Harland”, sublinha.


Charles Lloyd inaugura uma edição que apenas termina a 16 de novembro e que irá ocupar diferentes espaços da cidade – Centro Cultural Vila Flor, Centro Internacional das Artes José de Guimarães e o espaço da associação Convívio. O difícil será escolher entre os 13 concertos que decorrerão ao longo de 10 dias em Guimarães. Ao cartaz de 2019 acrescentam-se nomes como Joe Lovano, Antonio Sánchez, Vijay Iyer, Craig Taborn, Lina Nyberg, Rudy Royston e Andrew Rathbun. “Se chegasse aqui um extraterrestre e perguntasse o que é jazz, poderíamos mostrar-lhe este cartaz que ele entenderia”, compara o programador.

Às habituais parcerias com entidades como a Porta Jazz, a ESMAE e a Orquestra de Guimarães, junta-se, este ano, uma colaboração com a Sonoscopia, um coletivo de músicos. “A significativa presença de músicos portugueses, tanto profissionais como amadores no mais positivo sentido do termo, é materializada também nas parcerias já estabelecidas e consolidadas com a Porta-Jazz, a ESMAE e a Orquestra de Guimarães. É, de resto, mais uma etapa exploratória de um trajeto singular de divulgação do jazz em todas as suas dimensões”, explica o diretor artístico.

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