Chega apresenta proposta para o plano de orçamento municipal para o ano de 2023
Mobilidade, Ação Social, Saúde, Educação, Cultura e Ambiente são os setores abordados através de medidas concretas.

chega com barra
Destacando que este é o primeiro plano orçamental em que o partido está mais envolvido, até porque já tem assento na Assembleia Municipal, o Chega de Guimarães apresentou um conjunto de propostas para o Orçamento e Plano de Atividades municipal para 2023. Mobilidade, Ação Social, Saúde, Educação, Cultura e Ambiente são os setores abordados através de medidas concretas.

O partido considera que a Mobilidade é “grande problema concelhio, quer com as obras feitas e por realizar quer com muitas que deveriam estar a ser feitas”.
Assim, sugerem a criação de um programa de sensibilização e educação para as escolas do concelho sobre a segurança rodoviária e o bom uso dos meios de transportes.
Expressam ainda a necessidade de alteração do caderno de encargos do contrato com a concessionária detentora dos transportes públicos municipais, formalizando a introdução de um itinerário circular entre as zonas periféricas Oeste (Ronfe), Sul-Nascente (Moreira de Cónegos), Montanha da Penha (Abação), Vale de São Torcato, Castreja(Barco) e Solidave (Caldelas).
A concelhia do partido propõe também a construção de um parque de estacionamento na Estação de Guimarães de forma a resolver os problemas naquela zona. Identificam ainda a necessidade de requalificação da N310 (Rua Albano Martins Coelho Lima até ao cruzamento com a VIM).
No que à ação social diz respeito, enaltecem que as “crianças e os idosos devem ser sempre o foco em todos os planos e programas”. Para isso, é necessário criar “mais e melhores condições”.
“Somos completamente a favor da habitação social, mas contra a ocupação excessiva dos espaços. Logo, a atribuição destas habitações tem de ser extremamente precisa e justificada, com a inclusão no processo do respetivo Presidente de Junta”, pode ler-se na mesma proposta.
Neste âmbito, sugerem a construção de um centro cívico (creche, centro escolar, centro de dia, lar de idosos, parque de lazer e parque de manutenção), em Leitões, Oleiros e Figueiredo, fixando a população naquela zona rural e criando condições para a chegada de mais famílias; assim como a construção de habitações sociais em Lordelo, São Torcato e Abação e Gémeos.
Na Saúde, defendem a iniciação urgente de um estudo que analise e exponha a construção de uma nova USF na Montanha da Penha, que beneficiaria cerca de dez mil pessoas, e a requalificação de todos os parques infantis, de lazer e manutenção do concelho.
E para que os jovens “tenham contacto com profissões do dia-a-dia durante a formação básica, ajudando os mesmos na difícil escolha da área profissional e acendendo até o amor por alguma “arte” em específico”, sugerem a criação de um programa que dote todas as Escolas EB2/3 de um espaço dedicado à mecânica, serralharia, pichelaria, carpintaria, entre outros.
Acreditando que “a cultura não chega a todos os cidadãos do concelho”, a concelhia do Chega propõe dobrar o apoio financeiro atribuído em 2022 a todas as associações que realizaram uma festividade
durante o ano de 2022, sem que estas tenham que dobrar as obrigações. A construção de um Teatro em São Torcato, que sirva a população local no consumo e produção de cultura, servindo até de extensão às valências do Teatro Jordão, é outro dos objetivos.
Apontam ainda a construção de áreas de serviço de autocaravanas na União de Freguesias de São Tiago de Candoso e Mascotelos, Ronfe e na União de Freguesia de Briteiros São Salvador e Santa Leocádia; e também um parque de campismo em Sande Vila Nova.
Relativamente ao ambiente, é algo a “ponderar a curto prazo e não depois”, através da resolução das questões do lítio, da rede pública de distribuição de água, incêndios e até de mais e maiores zonas verdes.
Para isso, apresentam três medidas que passam pela criação de um Parque Norte, com zonas de lazer e desporto, na União de Freguesias de Souto Santa Maria, Souto S. Salvador e Gondomar e na freguesia de Gonça. Sugerem ainda começar um estudo para a criação de Bacias Hidrográficas de Retenção na montanha da Penha, que possam abastecer os helicópteros e outros veículos de combate aos incêndios, armazenar as águas da chuva para as linhas de água e servir a fauna local na obtenção de água.
Para a concelhia, é ainda fulcral substituição da totalidade da Rede Pública de Distribuição de Água e a cobertura de todo o concelho neste ponto.





