Desemprego aumenta em Guimarães e PCP defende: “é urgente agir”

O PCP de Guimarães defende que “é urgente agir” e “assegurar respostas a quem mais precisa”. O apelo do partido surge na sequência da divulgação dos dados do desemprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Em abril de 2020, Guimarães registava 6.846 pessoas desempregadas, um crescimento em relação ao número de inscritos no centro de emprego no período homólogo e um aumento também em relação ao mês anterior. No mesmo período do ano passado, em abril de 2019, o concelho registava 5.664 desempregados. Em março de 2020, Guimarães registava 6.166 desempregados.

Em comunicado, o PCP de Guimarães refere que os últimos meses “deram um perigoso sinal de até onde sectores patronais estão dispostos a ir”, o que tem vindo a transformar as relações laborais “numa verdadeira “lei da selva””. Segundo os comunistas, “os atropelos aos direitos e as arbitrariedades multiplicam-se”.

O PCP refere ainda que estes números não podem “fazer esquecer todos aqueles que estiveram, continuam a estar em lay off, muitos deles com o futuro incerto”. Nesse sentido, o partido reitera que “é preciso e urgente agir, assegurar respostas a quem mais precisa”.

O partido defende, no mesmo comunicado, diversas medidas, nomeadamente a proibição dos despedimentos de trabalhadores com vínculo efetivo ou de trabalhadores com vínculo precário, entre os quais os recibos verdes; o pagamento integral dos salários aos trabalhadores; a defesa e apoio à produção nacional; o apoio aos micro, pequenos e médios empresários e empresários em nome individual, entre outras.

O partido refere que estas  são “medidas imediatas de valorização do trabalho e dos trabalhadores que se impõem” para “dar resposta aos problemas da região e do país”.

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