Dicas para trabalhar a saúde mental

Estes são alguns dos fatores a ter em conta e que podem contribuir para a redução de sintomas psicopatológicos (como a ansiedade, stress e depressão) e para o aumento do bem-estar psicológico.

• Treinar e reforçar a resiliência, que é um dos fenómenos caracterizados por padrões de adaptação positiva no contexto de adversidade e é considerada como o fenómeno pelo qual muitas pessoas mantêm a sua saúde psicológica;

• Desenvolver a capacidade de autocompaixão, que é tratar-se a si próprio com a mesma gentileza, preocupação e apoio que teria com alguém próximo;

• Perceber que a natureza compartilhada do sofrimento diminui a sensação de isolamento que a pandemia nos trouxe e a capacidade de procurar soluções alternativas para vencer os momentos de crise, e consequentemente trazer consigo otimismo e esperança;

• Manter o contacto com familiares e amigos: a dica mais importante é reformular a frase “distanciamento social” para “distanciamento físico com ligação social” para enfatizar a importância de se manter ligado a outras pessoas;

• Manter rotinas e criar um plano, definir objetivos e pensar numa rotina diária ou semanal;

• Tomar decisões saudáveis, fazer exercício físico, alimentação saudável e dormir uma boa noite de sono;

• Não estar constantemente a ver as notícias, uma ou duas vezes por dia no máximo e consultar só fontes credíveis;

• Procurar também ler ou consultar artigos positivos sempre que puder.

Apesar dos múltiplos efeitos negativos que esta pandemia nos está a trazer, pode passar mais tempo consigo mesmo, refletir sobre novas estratégias para a sua autorrealização (novos hobbies e atividades que sejam prazerosas e tragam satisfação e desafios); oportunidade de estar mais junto dos filhos, dos companheiros, ter mais tempo para escutar e compreender as suas emoções, assim como fomentar hábitos saudáveis.

Contactos:

Linha de emergência | 112
Linha SOS Criança | 116 111
Linha de Apoio à Vítima | 116 006
Linha da Segurança Social | 300 502 502
Linha Nacional de Emergência Social | 144
Serviço de informação a vítimas de violência doméstica | 800 202 148

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