EMBOLADOURA: PSD CRITICA INEFICÁCIA DO GOVERNO

Emídio Guerreiro, deputado do PSD na Assembleia da República e André Coelho Lima, cabeça de lista do partido pelo distrito de Braga, criticaram, esta manhã, a “ineficácia” do atual Governo relativamente a intervenções em casas de habitação social.

Os sociais democratas deslocaram-se esta quinta-feira ao Bairro da Emboladoura, em Gondar. Segundo Emídio Guerreiro, as mais recentes intervenções feitas pelo Estado central na recuperação de casas de habitação social, que são propriedade do Estado, em Guimarães, foram feitas pelo anterior governo. “Ao longo desta legislatura, do governo de António Costa, não houve nenhuma intervenção. Aquilo que se fez no passado mais recente foi durante a troika e com o anterior governo. Sempre que aqui vimos, o que verificamos neste caso no bairro da Emboladoura, é a degradação contínua que os anos lhe vão dando”, afirmou.

De acordo com o social democrata, no Bairro da Emboladoura “há uma situação híbrida de propriedade”. “Cerca de metade das casas são propriedade do Estado, através do IHRU. As outras já são dos moradores que foram comprando, o que cria, ao longo destes anos todos, um estrangulamento na intervenção naquilo que são os espaços comuns que é preciso reabilitar: telhados, fachadas, interiores…”, explicou. Emídio Guerreiro acrescentou ainda que a deputada Helena Roseta, “em nome do Partido Socialista e do Governo, prometeu soluções”, em 2013, apesar de até ao momento nada se ter concretizado. “Há aqui uma demissão clara do Estado. Em pleno período da troika, houve milhões para recuperar os outros bairros de habitação social em Guimarães. Agora, com o suposto fim austeridade, não há rigorosamente um cêntimo investido nisto”.

Já o cabeça de lista do partido pelo distrito de Braga, André Coelho Lima, recordou que há uma perspetiva de resolução desta situação, aprovada na última reunião de camara, que irá à próxima Assembleia Municipal para retificação. “A Estratégia de Habitação de Guimarães tem como objetivo começar a solucionar esta questão com dinheiros do município. O proprietário dos edifícios, o Estado, não conseguiu arranjar uma forma de resolver esta questão. No final da legislatura, a única coisa que apresenta é uma possibilidade de o município vir a resolver”, explica. Apesar disso, André Coelho Lima aponta que “o município fez o que eu devia fazer para resolver o problema a estas pessoas. Ter que ser o município a fazer o papel do Estado também significa o abandono das populações deste distrito por este Governo”.

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