“Falta potenciar o talento, com uma educação de qualidade para todos”

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUMinho) endereçou, esta quarta-feira, uma carta aberta ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em representação de todos os estudantes da Universidade do Minho, de forma a congratular pela reeleição como Presidente da República e apelando à atenção para as diversas preocupações dos estudantes universitários.

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Rui Oliveira, presidente AAUM, afirma que “na condição de estudantes universitários, precisamos de um Presidente da República que coloque no topo das suas prioridades as nossas preocupações em relação ao presente e ao futuro”, fazendo referência ao “desenvolvimento sustentável em Portugal, na dimensão económica, ambiental e social”. Defende a “criação de uma agenda social por parte do Governo, no exercício das suas funções, de forma a assegurar a igualdade de oportunidades, tendo em vista a transformação de Portugal num país moderno e de futuro”. Para o estudante é “urgente a revisão das leis que regem o funcionamento e financiamento do Ensino Superior, a par de uma aposta na inovação do contexto de sala de aula e nas experiências externas à mesma, que promovam o desporto, a cultura e as demais vivências sociais dos nossos estudantes”.

Ao Presidente da República, Rui Oliveira diz que se “impõe semear o envolvimento nas organizações e na gestão pública, de forma a desenvolver uma cultura de cidadania e a potencialização dos espíritos críticos, capazes de compreender as dificuldades de gestão e decisão e de pensar construtivamente os problemas de Portugal. Importa ainda que o país seja capaz de proporcionar emprego não precário às gerações mais jovens, de forma a que se sintam devidamente valorizadas.”

Relativamente ao talento, “não parece escasso neste país”. Para o presidente da AAUM “o que falta é potenciá- lo, com uma educação de qualidade para todos. Uma educação forte, capaz de dinamizar o país como um todo, através do seu impacto regional”. Rui Oliveira faz referência a uma educação “inclusiva”, na qual “o aluno é o protagonista do seu processo de aprendizagem, potenciando a sua autonomia, criatividade e desenvolvimento integral”.

O estudante apela para que “estes cinco anos de mandato sejam acompanhados da vontade, do conhecimento e do talento, de modo a caminharmos juntos por um Portugal mais sustentável, capaz de honrar o passado mas, principalmente, de se afirmar no presente e no futuro”.

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