Galas da ACM têm um momento musical para “descomprimir”

A Associação de Ciclismo do Minho (ACM) tem vindo a promover uma série de iniciativas para “melhorar ou contribuir para que esta fase seja ultrapassada da melhor forma”. E, por isso, tem dinamizado entrevistas às terças e quintas-feiras com personalidades da modalidade. Sábado, por outro lado, é altura para “um momento ligeiro e de descompressão”. Quem o diz é José Luís Ribeiro, presidente da ACM.

Este sábado, a partir das 21h15, “um conjunto de atuações de artistas vimaranenses e não só” tentará fazer isso mesmo. Nomes como Dialectos, Frágil (com Armando de Sousa), Marco Génio, Neno Barros, Paulo Rodrigues / Ana Silva, TetrAcord’Ensemble e Zé Miguel em várias edições da Gala da ACM – Associação de Ciclismo do Minho.

O propósito das iniciativas da ACM, explica o presidente da associação, é “facultar informação credível” e fazer com que ultrapassar esta fase seja mais fácil. E afirma: “O ciclismo pode ser um fator importante para renascer Portugal” no pós-pandemia.

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