GUIMARÃES ESTÁ CONVIDADO PARA A CASA DO FADO

Arrancou no mês passado e prolonga-se ao longo de 2019. O Santa Luzia ArtHotel abre as portas ao fado, todas as segundas quintas-feiras do mês.

“Casa do Fado” é o novo programa do Santa Luzia ArtHotel. A iniciativa, que pretende homenagear o estilo musical português, começou no mês passado, em março, e está previsto que decorra ao longo deste ano 2019. É às segundas quintas-feiras do mês que se “vai fazer silêncio”, naquele hotel do coração da cidade.

Em conversa com o Mais Guimarães, Manuel de Oliveira, Diretor Artístico do Santa Luzia ArtHotel, revelou que “a intenção será intensificar cada vez mais a programação, ao nível do crescimento do evento”. A ideia surgiu no sentido de aumentar a oferta do fado, de uma forma diversificada, como acontece em Lisboa. “Criamos uma Casa de Fado aqui, tipicamente portuguesa, em que os fadistas entram, cantam três fados e saem, fazendo isto várias vezes durante a noite”, referiu.

Para já, a “Casa do Fado” conta com duas fadistas residentes. Sónia Soprano foi a primeira a atuar, no passado dia 14 de março. Fez teatro musical, cantou vários géneros e voltou às origens. Formada em Canto pelo Conservatório Nacional de Música e com diversos cursos de Teatro, é no Fado que encontra a sua “casa”. Sónia Soprano canta regularmente em casas de Fado em Alfama e Bairro Alto (Lisboa), dando já os primeiros passos nas casas de música nacionais e internacionais. Encontra-se neste momento a preparar o lançamento do seu primeiro disco.

Nesta quinta-feira, dia 11 de abril, é a vez de Cristina Madeira. Iniciou o seu percurso artístico cantando no coro da Capela da Nossa Senhora da Bonança, no Largo do Rato. Os seus primeiros espaços de actuação foram nas Festas da Cidade de Lisboa e nos festejos dos Santos Populares. Mas foi no Fado que sentiu a força da sua interpretação e, desde então, assumiu-o como a sua forma de expressão musical. Cristina Madeira integra o elenco de uma das mais conceituadas casas de Fado de Lisboa, o Clube de Fado.

Manuel de Oliveira sublinhou ainda que a “Casa do Fado” é um evento para os vimaranenses, deixando o convite à comunidade. “Espero que esta iniciativa não se feche àquilo que é uma oferta turística. O Santa Luzia ArtHotel é um espaço da cidade e para a cidade. Independentemente de ser uma unidade hoteleira, o convite é para toda a cidade, para virem assistir a estas noites de fado”, concluiu.

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